Marcadores

segunda-feira, 30 de junho de 2025

O Mago – Arcano 1 do Tarô: A Vontade Criadora e o Poder da Manifestação

 O Mago – Arcano 1 do Tarô: A Vontade Criadora e o Poder da Manifestação



 O Mago  Arcano 1 e o Princípio da Ação Consciente


No Tarô, O Mago é o Arcano de número 1, simbolizando o começo ativo , o primeiro movimento após o estado de potencial infinito representado pelo Louco (0). O número 1 é a chave da unidade consciente, o início da manifestação, o eixo que rompe o vazio e declara: Eu sou.


O Mago representa o poder do espírito encarnado na matéria, a centelha divina que aprende a manipular os elementos do mundo com intenção, inteligência e vontade. Ele é o ponto de partida da magia real, aquele que transforma o invisível em visível, o pensamento em forma, o desejo em criação.


Simbologia Tradicional do Mago


Na iconografia clássica do Tarô, o Mago é representado em pé diante de uma mesa, sobre a qual repousam os quatro elementos simbólicos: o bastão (fogo), o cálice (água), a espada (ar) e o pentáculo (terra). Sobre sua cabeça, o símbolo do infinito (lemniscata) indica sua conexão com a sabedoria eterna.


A mesa é o altar do mundo, o plano físico onde se realiza a obra.

Os instrumentos** revelam que o Mago tem à disposição todos os recursos necessários.

O gesto de uma mão para o alto e outra para baixo  indica o axioma hermético: Assim como é em cima, é embaixo. Ele é ponte entre os mundos.


O Mago na Filosofia Ocultista


No ocultismo, o Mago representa o Iniciado Consciente, aquele que desperta para o poder de criar sua própria realidade. Ele é o microcosmo que compreende e manipula as leis do macrocosmo.


A carta está ligada ao conceito de Vontade Mágica (Thelema)  a força criativa que, quando unida à sabedoria e ao autoconhecimento, se torna instrumento de transformação do mundo e do ser.


No sistema da Cabala Hermética, o Mago é associado ao caminho entre Kether (a Coroa) e Binah (a Inteligência), ligando a centelha divina ao entendimento e à estrutura. Ele é o mensageiro do Uno para o Múltiplo.


 O Mago no Luciferianismo Esotérico


No caminho luciferiano, o Mago é o arquétipo do Criador Consciente de Si Mesmo. Ele representa o ser que reconhece a divindade dentro de si e não espera redenção, mas atua com poder e responsabilidade sobre sua existência .


Lúcifer, como portador da luz do conhecimento, é o mestre arquetípico do Mago. Não um servo, mas um senhor de sua Vontade. O Mago luciferiano é aquele que conjuga a luz interior com a matéria, manifestando o seu próprio Reino  interno e externo.


Ele é o alquimista que transforma chumbo em ouro, o verbo que cria, o espírito que domina a carne, o deus que age.


Leitura Esotérica da Carta


Em posição positiva, o Mago indica:


 Início poderoso;

 Autoconfiança;

 Domínio dos próprios talentos;

 Conexão espiritual ativa;

 Habilidade para manifestar objetivos.


Em posição negativa ou invertida, pode indicar:


 Manipulação;

 Ilusão;

 Vaidade espiritual; Uso irresponsável da vontade;

Falta de foco.


Meditação sobre o Arcano 1


Fecha os olhos. Visualiza o Mago diante do altar do mundo. Ele estende uma mão ao céu, captando a luz das estrelas, e com a outra, toca o chão. Sob seus dedos, os elementos se acendem, respondendo ao seu chamado. Ele respira fundo e diz:

 Eu sou o verbo que cria.

 Eu sou a ponte entre mundos.

 Eu sou o começo.

 E tudo que for, será por minha vontade.


Assim medita o Mago  não esperando milagres, mas sendo o milagre.


Conclusão: O Mago como Chave da Obra


O Mago é o primeiro passo da Grande Obra. Ele sabe que o universo responde à consciência desperta. Onde o Louco representa o potencial bruto, o Mago é a força que molda esse potencial com intenção lúcida.


Ser o Mago é reconhecer que a realidade é um espelho da mente ativa e do espírito desperto. É assumir a responsabilidade criativa e mágica de cada escolha. É saber que, como dizia Eliphas Levi, a magia é a ciência da Vontade.


By Soror limia

domingo, 29 de junho de 2025

TORTA NEGRA GALESA

 TORTA NEGRA GALESA


Tarde linda e azul, com uma perfeita temperatura. O sol entra pela janela e atravessa a minha sala, pintando de ouro, o meu chão. Vindo de algum lugar, que eu não sei onde, eu sinto uma imensa e avassaladora saudade. Saudade de você, saudade de mim, saudade da música que tocou e não toca mais. Rindo, eu penso que este estranho sentimento é coisa de um fim de domingo.

Um fim de domingo, mesmo quando é tão lindo quanto este, é sempre melancólico. Um fim de domingo é melancólico, até para quem odeia fins de semana. Boa tarde para você que é muito amado! Boa tarde, para você que também sente saudade! Boa tarde, para você que odeia fins de semana! 

Vamos para a cozinha?

Hoje, a receita de mais um bolo ritual e tradicional. A Torta Negra, ou A Torta Negra Galesa. Este bolo tem uma linda tradição e ela foi trazida pelos imigrantes galeses, em 1865, quando eles  chegaram ao vale do Rio Chubut, na Patagônia argentina. Esta torta nasceu da necessidade de preparar um alimento de fácil conservação. Como todas as receitas, a Torta Negra tem muitas versões. Cada família tem sua própria receita secreta, sendo que algumas demoram até 45 horas para serem preparadas. A receita que eu estou apresentando, é uma receita básica.

Na cultura galesa, a Torta Negra é a base de muitos bolos de noiva. No dia da festa, todo o bolo é comido, menos a base de torta galesa, que será embrulhada cuidadosamente e colocada em uma lata. O casal deverá comer um pedaço de torta a cada mês que se comemora a data do casamento, durante todo o primeiro ano, como um símbolo de superação das dificuldades que irão aparecendo. Eu me encantei com este ritual. Eu quero viver esta doce e linda experiência. E você? Você também quer? ...muitos risos....



Ingredientes:

1 xícara de nozes, amêndoas, ou avelãs , ou uma mistura de todos os três

1/2 xícara de passas

1/2 xícara de passas

1/2 xícara picado casca de frutas cristalizadas

1/4 xícara picada cerejas maraschino

1 xícara de rum

1 xícara de manteiga amolecida

1 1/ 4 de xícara de açúcar mascavo

5 ovos , separados

2 colheres de sopa de melaço

3 colheres de sopa de mel

1 colher de sopa de canela

1 colher de sopa de especiarias torta

2 colheres de chá de fermento em pó

2 1/2 xícaras de farinha

Cobertura:

1 1/2 xícara (chá) de açúcar

3 a 4 colheres de sopa de suco de laranja fresco


Modo de fazer: Modo de fazer:  Junte as passas, a frutas cristalizadas e as nozes picadas grosseiramente, e coloque de molho no rum, de um dia para o outro. No dia seguinte, escorra as frutas e reserve o rum. Pré-aqueça o forno a 350 graus. Bata a manteiga com o açúcar mascavo, junte o melaço e o mel, e vá adicionando e batendo as gemas, uma a uma.

Peneire a farinha de trigo com a canela, as especiarias, o fermento em pó e vá adicionando à massa , alternando com o rum reservados. Adicione as frutas  e a nozes que ficaram imersas no rum. Bata as claras em ponto de neve, com picos firmes, e adicione à massa, delicadamente.

Você pode assar em forma de bolo inglês, untada e enfarinhada, ou em uma forma retangular.

Asse por 45 minutos, em seguida, verificar bolo está assado. Faça o teste do palito. A torta estará pronta, quando o palito, inserido no centro da torta, sair limpo.

Para a cobertura , coloque 1 1/2 xícaras de açúcar em uma tigela. Misture o suco de laranja 1 colher de sopa de cada vez, até que a consistência desejada seja atingida. Espalhe a cobertura, como neve, meio escorrida, e decore com passas e nozes. Embale em filme plástico, em lugar fresco e seco. Esta torta pode ser conservado durante vários meses. Dizem que a torta galesa realizada corretamente, pode ser guardada até 7 anos, porém é difícil que dure tanto tempo sem ser comida. ...risos....

sábado, 28 de junho de 2025

SALMÃO COM CROSTA DE QUEIJO

 

SALMÃO COM CROSTA DE QUEIJO


Ingredientes
Para 6 pessoas


1 kg de salmão
1 cebola roxa
1 colher de sopa de Mostarda Dijon
120 g de maionese
suco de meio limão
1 a 2 dentes de alho
25 g de queijo parmesão ralado
50 g de queijo mozzarella
sal rosa do himalaia a gosto.
pimenta do reino  moída na hora
Cebolinha picada

Modo de fazer: Pré-aqueça o forno a 200º C. Forre um refratário com folhas de papel de alumínio. Coloque o filet de salmão no centro do refratário e tempere-o com sal e pimenta. Coloque por cima uma camada de fatias de cebola, cortadas muito fininhas, de forma a cobrir todo o peixe. Em uma tigela, misture a mostarda Dijon, a maionese, o suco do limão e o alho bem picadinho. Mexa bem até obter um pasta leve e fina. Espalhe sobre o salmão, até cobrir as fatias de cebola. Polvilhe com os queijos ralados. Leve ao forno quente, e asse por cerca de 15 minutos. Doure até os queijos ficarem dourados e crocantes.
 A mistura deve ficar suficientemente leve e fina para conseguir barrá-la facilmente por cima das cebolas. Espalhe bem a mistura de maionese e mostarda de forma a tapar a camada de cebolas. Finalize com os queijos ralados por cima. Leve ao forno durante 10 a 15 minutos e depois deixe assar durante mais 2 a 5 minutos até os queijos ficarem crocantes e dourados. Decore com a cebolinha picada e sirva com um arroz branquinho, uma salada verde, com tomates secos e mussarela de búfala.
Vai e arrase!

quinta-feira, 26 de junho de 2025

As faces da Cabala

 As faces da Cabala

Por Kadu Santoro


Enquanto a Torá é a camada externa, ex-otérica, a Cabala corresponde a camada interna, es-otérica. A Cabala pode ser vista como uma religião quando se quer aprender sobre religião a partir dela; é uma filosofia quando se quer aprender sabedoria a partir dela; é misticismo quando se quer ter experiências numinosas a partir dela. No entanto, a Cabala está além de todas essas faculdades humanas, psíquicas e espirituais, corresponde a um sistema universal aberto, trata-se de Luz e Vida, que sustenta todas as coisas em seus infinitos níveis de realidade, capaz de despertar um simples mortal para a sua condição imortal, eterna.


A Cabala traz em seu escopo uma mensagem de amor, beleza e harmonia, que encontra-se presente em todas as culturas do nosso pequeno planeta, do oriente ao ocidente, mudando apenas a forma, porém, mantendo a essência comum a todos.


Enquanto a Torá fala literalmente dos hebreus vagando por 40 anos no deserto, a Cabala nos ensina que essa passagem em seu nível interno (sod), corresponde ao caminho vivencial do homem até os 40 anos, idade que corresponde o início da sua maturidade, pois o número quatro na gematria, significa força, estabilidade e realização. Idade em que a média dos homens já constituíram família, estabilidade financeira, emocional e de agora em diante poderá se dedicar a buscar mais sabedoria e entendimento sobre coisas de ordem espiritual.


É assim que a Cabala opera, elucidando os episódios da vida, dando-lhes um sentido existencial mais profundo, para que o ser humano possa compreender de uma vez por todas que ele é imortal e parte integrante do Todo.


Só a simples intenção de querer estudar a Cabala, já começa a transformar a vida do indivíduo como um verdadeiro milagre. Ele já não se preocupa como antes com as circunstâncias cotidianas, pequenas do dia a dia, já começa a não ter nostalgia do passado e muito menos ansiedade pelo futuro. Passa a viver cada dia, cada momento, cada instante em estado de presença e atenção. Não perde mais tempo atrás de certezas e razões, vive e compreende que as coisas são exatamente como são, e não como pensa que é, não faz mais juízo entre bem e mal, encontra-se acima das dicotomias, lúcido de que tudo aquilo que é “bom” para o ego, é “ruim” para a essência. Encontra a sua felicidade nas simples e pequenas coisas.


Paz Profunda!

terça-feira, 24 de junho de 2025

Ação e Não Reação

 Ação e Não Reação



Parece a quem está longe do altar que aquele que não reage é passivo, contudo, para o Verdadeiro místico, é na verdade o contrário, esse é um processo ativo, de muita força de querer e controle.


A maioria das pessoas são como instrumentos musicais, mudam seu tom conforme são tocadas, o Iniciado porém, não. É ele quem controla a si mesmo, e então escolhe com base nas ferramentas filosóficas que dispõe, agindo então ativamente e não reativamente.


E é por isso que você não vê representantes sérios de estudos sérios se atacando mutuamente nas redes sociais. Claro, eles apontam para o Lugar Certo e mostram o Lugar Errado. Ensinam sobre o Nefesh Elokit e o Nefesh Behamit., mas não se dão ao trabalho de aparecem defendendo ou atacando... Isso, nos mostra que a arte do Cortesão é na verdade uma artimanha para conseguir engajamento para ambos, tanto o atacado quanto o atacante, afinal, qualquer notoriedade, mesmo que negativa ainda é atenção, esquece-se o motivo primeiro e mantem-se o engajamento posterior...


De qualquer forma, falando sobre nós e nosso dia-a-dia, e como é possível realmente Praticar o Operativo da Arte fora dos círculos simbólicos, vejamos certa pessoa... 


Ela está sendo atacada verbalmente por outra, vê-se que ela tem razão e não a outra, contudo, ao invés de reafirmar-se como a certa, ela mantém o silêncio, a despeito do que ensinem sobre a vitória no discurso, ela prefere a vitória sobre si mesma, mesmo que seu âmago natural, sua Nefesh Behamit, queira reagir, ela a controla, conhece as ferramentas e bem as usa, não há que se convencer ninguém, não há que se defender da falsidade.


Então, seu silêncio é ativo, sua paz é construída no autocontrole.


Outro exemplo seria de alguém que ao pedir ajuda a outro recebe um não como resposta, passado um tempo, este mesmo que negou o pedido vem lhe pedir a ajuda, e tendo a opção de ser recíproco e dizer não, ou mesmo de enaltecer-se a si próprio dizendo algo como "mesmo que não tenha me ajudado, eu te ajudo", ele prefere apenas estender a mão em silêncio e cumprir a Lei.


Esse é um Iniciado, não aquele com roupas pretas e marcas "místicas", penduricalho de símbolos, mas aquele que vencendo o símbolo, pratica a Magnus Opus.


Terna e Fraternalmente.


O Lótus

segunda-feira, 23 de junho de 2025

Bolo pé-de-moleque

 

Bolo pé-de-moleque





Ingredientes

  • Para a massa
  • 150g manteiga
  • 50g pasta de amendoim
  • 170g açúcar cristal
  • 3 ovos
  • 240ml leite
  • 240g farinha de trigo
  • 75g maisena
  • 1 colher sopa fermento químico
  • Para a cobertura
  • 200g creme de leite fresco batido em chantilly
  • 100g caramelo salgado (ou doce de leite)
  • 150g de crocante de amendoim torrado (ou pé-de-moleque)

Modo de preparo

  1. Separe todos os ingredientes. Unte e enfarinhe a assadeira redonda de aproximadamente 27cm de diâmetro. Coloque o forno para aquecer a 180°C.
  2. Na batedeira, bata a manteiga, o açúcar e a pasta de amendoim até obter um creme fofo.
  3. Com a batedeira ligada em velocidade média, adicione os ovos, um a um, batendo para incorporar os ovos entre cada adição.
  4. Pare a batedeira e inclua de uma vez o leite, a farinha de trigo e a maisena e bata rapidamente só para misturar.
  5. Por fim, coloque o fermento e misture. Despeje a massa na assadeira e leve ao forno por aproximadamente 30 minutos, até ficar assado.
  6. Desenforme o bolo quando estiver morno e deixe esfriar completamente antes de finalizar.
  7. Na hora de servir, prepare um chantilly com creme de leite fresco. Adicione o caramelo e misture delicadamente. Cubra a superfície do bolo com esse creme e decore com pedacinhos crocantes de amendoim torrado com açúcar ou pé-de-moleque.
  8. Aproveite!

domingo, 22 de junho de 2025

THOHOÛ WA-BOHOÛ – O CAMPO DAS POSSIBILIDAD

 THOHOÛ WA-BOHOÛ – O CAMPO DAS POSSIBILIDADES



A expressão hebraica thohoû wa-bohoû – Bereshit-Gênesis 1.2, traduzida como “sem forma e vazio”, refere-se a um germe potencial de se estar contido dentro de outra existência potencial, revelando a ideia de camadas do abismo (th’hôm) de ser que é essencial à cosmologia nativa do Oriente Médio.


O autor de Bereshit-Gênesis descreve o estado primordial do universo como sendo uma semente de possibilidades envolvidas pela casca de uma outra possibilidade. Casca e semente coexistem como os paradoxos problema e solução, pergunta e resposta. O interior abre seu caminho até o exterior, ou o exterior é que atrai o potencial latente do interior? Essa questão ajudou a criar o Universo, diz o autor dessas passagens.


Quando fazemos a guematria cabalística da expressão thohoû wa-bohoû, encontramos o seguinte valor: Tav = 400 + Hei = 5 + Vav = 6 = 411; Vav = 6 + Bet = 2 + Hei = 5 + Vav = 6 = 19; 411 + 19 = 430 = 4 + 3 = 7, o número 7 está associado a sétima sefira da Árvore da Vida, Nêtsach, que significa “vitória, eternidade”. Ela se encontra no mundo de Ietsirá, o Mundo da Formação, justamente o local onde o caos passa a ordem (cosmos). 7 também corresponde a 3 + 4, três é emanação e quatro, realização, estabilidade, também pode ser entendido como o três representando a essência (espírito) e o quatro a forma (matéria).


Trazendo essa reflexão para a nossa vida, diante de todo o caos que se encontra diante de nós, devemos nos voltar para o nosso interior com o objetivo de despertar os potenciais inatos que são capazes de gerar novas perspectivas, ou seja, devemos preencher o vazio existencial possibilitando a abertura para novas formas/possibilidades de realização, pois estamos no Mundo de Assiá, o Mundo das Ações/Realizações. Há um germe potencial latente dentro de cada um de nós, que chamamos de Centelha Divina.


Venha estudar a Cabala sem filtros, com conteúdo didático e enfoque psicológico esotérico. 


Conexão Qabbalah com Kadu Santoro

Zap 21 97252 7014

ORAÇÃO PODEROSA PARA RECEBER UM MILAGRE

  ORAÇÃO PODEROSA PARA RECEBER UM MILAGRE Ó DEUS MILAGROSO, QUANDO LEMBRO DOS TEUS FEITOS, NASCE UMA FÉ EM MEU INTERIOR, POIS SEI QUE ÉS UM ...