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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

TANTO NO JUTSU

 

TANTO NO JUTSU

TANTO


TANTO (ADAGA):

Uma tantō (短刀,"espada curta")[1][2]é uma das espadas japonesas[3](nihonto)[4][5]que eram usadas pela samurai do Japão feudal. A tantō data do período Heian,quando era usada principalmente como arma, mas evoluiu em design ao longo dos anos, tornando-se mais ornamentada. As tantō eram usadas em artes marciais tradicionais(tangojutsu)e tiveram um ressurgimento de uso no Ocidente na década de 1980, quando o design chegou à América e é um padrão de lâmina comum encontrado em facas táticas. Descrição:



O tantō é comumente referido como uma faca ou adaga . lâmina é de um ou dois gumes, com um comprimento entre 15 e 30 cm (6-12 polegadas, em japonês 1 shaku ). O tantō foi projetado principalmente como uma arma de estocada , mas o gume também pode ser usado para cortes . Os tantō são geralmente forjados no estilo hira-zukuri (sem linha de crista), [1] [6] o que significa que suas laterais não possuem linha de crista e são quase planas, ao contrário da estrutura shinogi-zukuri de uma katana . Alguns tantō possuem seções transversais particularmente espessas para perfurar armaduras e são chamados de yoroi toshi . Os tantō eram carregados principalmente por samurais , já que os plebeus geralmente não os usavam. As mulheres às vezes carregavam um pequeno tantō chamado kaiken [7] em seu obi , principalmente para autodefesa . As tantō eram às vezes usadas como shōtō no lugar de uma wakizashi em um daishō , [8] [9] especialmente no campo de batalha. Antes do advento da combinação wakizashi/tantō, era comum um samurai carregar uma tachi e uma tantō em vez de uma katana e uma wakizashi . [8] Observou-se que a tachi era combinada com uma tantō e, posteriormente, a uchigatana era combinada com outra uchigatana mais curta. Com o advento da katana , wakizashi acabou sendo escolhida pelos samurais como a espada curta em detrimento da tantō. Kanzan Satō, em seu livro "A Espada Japonesa", observa que não parecia haver nenhuma necessidade específica para a wakizashi e sugere que a wakizashi pode ter se tornado mais popular do que a tantō por ser mais adequada para combates em ambientes fechados. Ele menciona o costume de deixar a katana na porta de um castelo ou palácio ao entrar, enquanto continua a usar o wakizashi no interior. [10]








quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Tai ChiTai Chi



Tai ChiTai Chi

Tai Chi




Artes Marciais

O que é Tai Chi Chuan

O Tai Chi Chuan surgiu na China no século XVII, como uma arte marcial. Hoje, Tai Chi Chuan é bem mais que isto. Tai Chi Chuan é uma prática física e mental, que herdou milênios de cultura e pesquisa empírica sobre movimento corporal, saúde, circulação de energia e meditação. O Tai Chi Chuan pode ser um meio de levá-lo a um modo de viver mais integral e a um estado de espirito mais feliz, a um contato mais proximo consigo, e a ter mais vitalidade e saúde.



História do Tai Chi Chuan



A história do tai chi chuan é considerada sempre sob dois aspectos: o lendário e o historicamente comprovado. Esses dois aspectos não se excluem necessariamente para a maioria dos professores propagadores dessa arte.



O aspecto lendário é, geralmente, encarado como uma metáfora para indicar o desenvolvimento dos princípios do tai chi chuan através da figura do taoista imortal Chang San Feng.



Historicamente comprovado, o criador do tai chi chuan foi Chen Wangting.

O Tai Chi Chuan foi criado por Chen Wangting, um general da Dinastia Ming, em 1644. Chen Wangting era legalista, e quando a dinastia caiu, ele voltou ao seu vilarejo natal. Afastado do meio militar, teve contato com práticas Taoístas de meditação e circulação de energia. Unindo seus conhecimentos marciais a estas práticas, criou um sistema de treinamento que ensinou aos seus descendentes, que desde então preservam seus ensinamentos. Chen Wangting pertencia à 9ª geração da Família Chen no condado de Wen, província de Henan, e até hoje seu vilarejo natal, chamado Chenjiagou, é o destino de escolha para quem deseja aprender Tai Chi Chuan na China.

No aspecto lendário o Tai Chi Chuan foi criado por Chang San Feng

Chang San Feng (1247-?), que então vivia num templo taoista do monte Wudang, já teria desenvolvido uma arte conhecida como "Os trinta e dois estilos do punho longo de Wudang" e, posteriormente, criou "As treze posturas do tai chi", após observar uma luta entre um pássaro (grou) e uma cobra, quando constatou que a flexibilidade se sobrepunha à rigidez, compreendendo a prática da alternância entre o yin e o yang e outras concepções da natureza, que se constituem na base do que depois passou a ser chamado de tai chi chuan.



Estilos de Tai Chi Chuan



São cinco os estilos de tai chi chuan reconhecidos como tradicionais pela comunidade internacional, cada um deles recebeu o nome da família chinesa que o criou, desenvolveu e transmitiu. Todos tem a mesma essência e seguem os mesmos princípios básicos, diferindo na forma.



Por ordem cronológica:



Tai chi chuan estilo Chen (陳氏)Tai chi chuan estilo Thssen (陳氏)Tai chi chuan estilo Yang (楊氏)Tai chi chuan estilo Wu/Hao(武氏)Tai chi chuan estilo Wu (吳氏)Tai chi chuan estilo Sun (孫氏)



Ordenados por sua popularidade, considerando o número de praticantes, teríamos: Yang, Wu, Chen, Sun e Wu/Hao.



Atualmente encontramos referências a diversos outros estilos. Alguns deles são estilos hibridos ou derivados destes cinco estilos tradicionais.



Outros alegam ter sido praticados em segredo dentro de outras famílias ou em monastérios a partir das referências milenares taoístas que deram origem a esta prática, tornando-se de conhecimento aberto ao público há menos tempo.



Entre estes exemplos se inclui o estilo Wudang, referência ampla à prática de tai chi chuan realizada ainda hoje nos templos da montanha de Wudang (não confundir com o estilo contemporâneo que tomou para si o nome de Tai chi chuan de Wudang).



Há também o que poderíamos chamar de Tai chi chuan estilo de Pequim, composto por formas (tao lu) padronizadas pelo Governo Chinês, através do Comitê Nacional de Esportes da China, desenvolvidas exclusivamente para fins terapêuticos e esportivos. Hoje em dia muito popular não apenas na China mas em todo o mundo.

Obs.Na Associação Tao Chi ensinamos o estilo de Pequim





Tai Chi Chuan e Chi Kung

O que faz com que o Tai Chi Chuan seja mais que simplesmente uma sequência de movimentos executada em câmera lenta? E ainda, por que mover-se assim devagar?
A resposta é o Chi Kung. Qualquer exercício que tenha sido projetado com a finalidade de promover a circulação da energia vital no corpo pode ser chamado de Chi Kung, e existem centenas deles. No Tai Chi Chuan da família Chen, praticamos dois tipos de Chi Kung: o Zhanzhuang, conhecido como Postura da Árvore ou Postura da Estaca, e o Chansigong, o Desenrolar o Fio de Seda. Na maioria das vezes o Tai Chi Chuan é treinado em ritmo lento para que seja possível fazer os movimentos com a precisão requerida para a boa circulação de energia, mas se o praticante for proficiente, também pode ser feito em velocidade.



Tai Chi Chuan e saúde

O Tai Chi Chuan foi criado recebendo influências de práticas Taoístas de circulação de energia. Estas práticas visavam aumentar a vitalidade, e promover a melhoria da circulação da energia - que são os princípios terapêuticos da medicina chinesa. Por outro lado, o Tai Chi Chuan nasceu como uma arte marcial - mas não era um simples apanhado de técnicas para serem ensinadas a soldados, e sim um sistema refinado que seria ensinado dentro da própria família do fundador. O Tai Chi Chuan é a única arte marcial projetada na sua criação pra preservar a saúde do praticante.
Tendo sido construído fundamentado sobre a observância das leis naturais do Yin e Yang, o Tai Chi Chuan é infinitamente adaptável, podendo ser praticado desde por atletas até por pessoas com problemas de saúde sérios, e sendo útil tanto para condicionamento físico pesado quanto para a recuperação da saúde. Por isto o Tai Chi Chuan é enormemente popular, e tem sido objeto de pesquisas cientificas que comprovam suas propriedades curativas superiores. Um exemplo recente é o artigo publicado no New England Journal of Medicine demonstrando que os resultados da pratica do Tai Chi Chuan por pacientes com Mal de Parkinson são superiores aos resultados dos oferecidos pela prática de exercícios comuns.



Tai Chi Chuan, arte marcial e defesa pessoal



O Tai Chi Chuan é uma arte marcial, e pode ser usado para defesa pessoal. No entanto, é preciso compreender que o Tai Chi Chuan baseia-se na aquisição de habilidades que devem aparecer naturalmente pela transformação do corpo. Isto é muito diferente, e requer muito mais horas de treinamento, do que aprender técnicas de rápida assimilação. 



Enquanto arte marcial, o tai chi chuan se baseia em treze conceitos fundamentais (shi san shi 十三势). Estas posturas/movimentos podem ser reconhecidos nas diversas formas praticadas pelos diferentes estilos. Cada escola interpreta estes conceitos com pequenas variações.



São conhecidas como as oito portas e os cinco passos (八門 五步), em chinês são denominadas: Peng, Lu, Ji, An, Cai, Lie, Zhou, Cao, Jin, Tui, Gu, Pan e Ding.



As oito portas (bā mén) se associam às oito direções representadas pelos oito trigramas do pa kua (py bā guà 八卦), elementos básicos na constituição do I Ching (py Yijing 易经 ).



Os quatro lados (si zheng 四正)Péng 掤 (aparar)Lǜ 履 (desviar)Jǐ 擠 (pressionar)Àn 按 (empurrar)



Os quatro cantos (si yu 四隅)Cǎi 採 (colher e puxar)Liè 挒 (colher e quebrar)Zhǒu 肘 (golpe de cotovelo)Kào 靠 (golpe de ombro)



Os cinco passos (Wǔ bù) 五步 podem ser relacionados aos Cinco Elementos cósmicos (五行 py wǔ xíng) que fundamentam a medicina tradicional chinesa: madeira, fogo, terra, metal e água (木, 火, 土, 金, 水).



Jìn bù 進步 (avançar)Tùi bù 退步 (recuar)Zǔo gù 左顧 (olhar à esquerda)Yòu pàn 右盼 (olhar à direita)Zhōng dìng 中定 (equilíbrio central)





Movimentos do Tai Chi Chuan

Os movimentos do Tai Chi Chuan são feitos de maneira encadeada e fluida, e devem ser realizados em estado de plena atenção mental.



Conforme Yang Chengfu durante os movimentos deven ser observados os seguintes aspectos :



Suspender a cabeça pelo topo com leveza e sensibilidade (xu ling ding jin)Esvaziar o peito (han xiong) e alongar as costas (ba bei)Relaxar a cintura (song yao)Distinguir entre o cheio e o vazio (fen xu shi)Relaxar os ombros [Chen Jian] e soltar os cotovelos (zhui zhou)Usar a mente e não a força muscular (yong yi bu yong li)Interligar os movimentos da parte superior e inferior do corpo (shang xia xiang sui)Unir o interior e o exterior (nei wai xiang he)Mover-se com continuidade, sem rupturas (xiang lian bu duan)Buscar a quietude dentro do movimento (dong zhong qiu jing)


Fonte:http://taochikungfu.com.br/taochi/historico-tai-chi-chuan.html

quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

Kyūdō

 

Kyūdō

ARTES MARCIAIS


Kyūdō (弓道) | A história do Kyūdō

O Kyūdō(caminho do arco) era denominado antigamente por Kyūjutsu. Há, ainda, incertezas quanto a real origem desta modalidade que encanta e fascina muitos ocidentais. O Kyūdō está relacionado intrinsecamente com a espiritualidade e tinha sua prática aplicada tanto em guerras, como caça e cerimônias ritualísticas. Muitas lendas tentam explicar o ínicio desta arte e não obstante, registros antigos ilustram personagens importantes na história japonesa representados ao lado deste armamento. Em particular, Jinmu Tenno(Lendário primeiro imperador do Japão), não raramente é representado manuseando um arco e flecha como fins militares, levando a uma possível interpretação da relevância deste como símbolo de poder e autoridade nos primórdios da história do arquipélago.
As lendas mais populares que retratam guerreiros munidos de arco e flecha remetem a dois personagens um tanto curiosos: Minamoto no Tametomo e Nasu no Yoichi.

Minamoto no Tametomo : È tido em sua lendária passagem o proeminente feito de ter afundado um navio com apenas uma flecha. Diz-se também que inúmeros homens eram necessários para conseguir armar o seu arco

Nasu no Yoichi : Diz-se que durante a batalha naval de Yashima, Nasu no Yoichiatravessou o fogo cruzado entre os dois clãs rivais e acertou um leque que estava no mastro de um dos navios, localizado a 70 metros da costa.

O arco como fins militares tornou-se obsoleto após a introdução das armas de fogo no século XVI. A partir dessa época observou-se a prática do Kyūdō em rituais cerimoniais e em torneios de habilidade.

Após a restauração Meiji (século XIX) o Japão abriu-se para o ocidente, recebendo influências dos hábitos e costumes de diversos países. A cultura tradicional entrou em declínio e o pratica do Kyūdō foi enfraquecida.

A combinação dos diversos estilos até então existentes pode dar fôlego para que esta arte continuasse a existir. Honda Toshizane(professor da Universidade Imperial de Tokyo no início do século XX) criou um sistema híbrido mesclando diversas técnicas, sendo considerado o responsável pela sobrevivência do Kyūdō até os dias de hoje.
No ano de 1949 foi criada a Zen NihonKyūdō(federação japonesa de Kyūdō) definindo os padrões da forma e comportamentos atuais. O Kyūdō é praticado em diversas partes do globo tendo a maior concentração de praticantes no Japão.

Imagem :  Estefano Bandin

Fonte:http://www.nipocultura.com.br/kyudo-%E5%BC%93%E9%81%93-a-historia-do-kyudo/

quinta-feira, 16 de janeiro de 2025

Partes do Katana

 

               Partes do Katana





A Forma - Conhecendo-se a forma da espada, consegue-se saber para que fim ela foi desenvolvida, o período e de que escola ela deriva. Pelo fato de ser feita à mão sua forma pode ser considerada única.

• O Hamon - O Hamon é o padrão de cores que existe na lamina da espada. Sua função é apenas estética, mas requer uma técnica muito especial para a sua construção. Para criar o padrão o cuteleiro o desenha na lãmina com um tipo de barro, aquece a lãmina até uma certa temperatura e então a esfria em água. E graças a capa de barro que o metal é resfriado de forma desigual criando assim os belos padrões.
• Assinatura do cuteleiro - O cuteleiro quando termina uma espada e esta atingiu todos os padrões de qualidade exigidos por ele, então este satisfeito assina o seu nome no tang da espada, que é a empunhadura da lãmina, aonde não foi polida. No tang, além da assinatura, podem estar escritas outras informações como o ano de fabricação.
• Qualidade do aço - A qualidade do aço está muito relacionada com o período no qual a espada foi feita e com os recursos utilizados para a fabricação do aço. Como exemplo as espadas antigas possuem um tom cinza escuro, já as espadas mais modernas possuem um tom mais claro.
• Hada - É o projeto visível do grão do aço da espada, ou seja, a textura presente na lãmina. É o resultado da maneira que a espada foi dobrada durante o forjamento. Hada pode ser dificil para que o novato interprete e é obscurecido facilmente por uma lãmina deficientemente lustrada que seja manchada ou oxidada.

01-Menuki..........................................02-Kashira...................................................03-Habaki 




• Saya - A bainha da espada, feita de madeira.
• Sageo - Uma corda presa de maneira trabalhada e especialmente em espadas de enfeite. É preso ao Obi (cinto) quando a espada está em uso. Também se conta que na época de guerra no Japão feudal, o sageo era usado para enforcar inimigos.
• Tsuba - O tsuba é um disco de ferro que serve para proteger a mão contra a lãmina da espada do oponente .
• Tsuka - O cabo da espada. É muito trabalhado e e detalhado . É a pegada da katana, tendo que ser muito bem feita para que a espada não escape da mão.
• Kojiri - É o final do saya(bainha) .Geralmente feito de chifre de búfalo ou algum tipo de metal. Alguns sayas não têm ou não precisam de um kojiri, que muitas vezes é usado como um componente artístico.
• Kurigata - É por onde o sageo(corda) é amarrado.Costuma ser feito da mesma madeira do saya, de chifre de búfalo ou algum tipo de metal.
• Koi-guchi - O koi-guchi é a "boca" do saya. Pode ser reforçado por algum tipo de metal, também usado como ornamento artístico
• Habaki - É a parte da espada que se encaixa no koi-guchi




resumo:




Boshi - o hamon do kissaki
Fuchi - anel ornado na parte superior do tsuka
Ha - fio da lâmina, geralmente em metal mais duro que o restante da espada
Habaki - colar da lâmina
Hada - grão da lâmina obtido pelo processo de forja chamado 'folded steel'
Hamon - linha na lâmina que mostra o encontro entre o ha e o mune
Hi - sulco na lâmina
Ho - estrutura de madeira do tsuka
Kashira - adorno na extremidade inferior do tsuka
Kashira-gane - orifício da kashira
Kissaki - ponta da lâmina
Ko-shinogi - curva do shinogi no boshi
Koiguchi - boca da bainha (saya)
Kojiri - extremidade inferior da bainha
Kurikata - orifício na lateral do saya onde se prende o sageo
Mekugi - pino de bambu que prende a lâmina ao cabo
Menuki - ornamentos abaixo do tsuka-ito
Mune - dorso da lâmina
Mekugi-ana - orifícios no nakago por onde passam os mekugi
Mono-uchi - porção superior da lâmina
Nakago - alma da lâmina
Sageo - cordão para prender o saya ao obi
Same-hada - textura do samegawa
Samegawa - couro de arraia ou de tubarão que reveste o tsuka
Saya - bainha de madeira
Seppa - anéis entre o tsuka e o tsuba e entre tsuba e o habaki
Shinogi - a linha que divide a lâmina em toda sua extensão
Shitodome - acabamento decorativo no kurikata
Sori - curvatura da lâmina
Tsuba - guarda-mãos
Tsuka - cabo
Tsuka-maki - a arte do encordamento do tsuka
Tsuka-ito - o encordamento no tsuka
Yassuri-me - marcas ásperas no nakago
Yokote - a linha entre o kissaki e o restante da lâmina

Grão Mestre Ji Han Jae 지한재 - 池漢載

 Grão Mestre Ji Han Jae 지한재 - 池漢載 Ji Han Jae (Chi Hon-tsoi) nasceu em Andong, Coréia do Sul em 1936. aos três anos (1939) fugiu com sua famí...