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sábado, 24 de janeiro de 2026

Shimenawa 注連縄

 


Shimenawa 注連縄

 Lugares sagrados são tipicamente marcados com um shimenawa (corda trançada especial) e shime (tiras de papel branco). Colocado nas entradas de lugares sagrados para afastar espíritos malignos, ou colocado ao redor de árvores/objetos para indicar a presença de kami. Feita de palha de arroz ou cânhamo, a corda é chamada nawa 縄. Os pedaços de papel branco que são cortados em tiras e pendurados nessas cordas (frequentemente pendurados em cordas em portões Torii também) são chamados shime 注連 ou gohei ; eles simbolizam a pureza na fé Shintō.



Comerciantes e empresas, assim como indivíduos privados, frequentemente penduram o shimenawa em suas portas da frente em épocas especiais do ano. Também é comum ver o Tamagushi 玉ぐし, um raminho de Cleyera orchnacca com tiras de papel branco anexadas (chamadas de "shide") usado por sacerdotes Shintō em cerimônias.


  A origem do shimenawa pode ser explicada por duas lendas: 

1- A deusa do sol Amaterasu escondeu-se numa caverna após uma briga com o seu irmão Susanoo, mergulhando o mundo na escuridão. Para a convencer a sair, os outros deuses penduraram uma corda sagrada chamada ama-no-nuboko à entrada da caverna, simbolizando o seu fecho.

2- O kami Susanoo instruiu as pessoas a pendurarem cordas ao longo das estradas para afastar a doença.


sábado, 8 de fevereiro de 2025

UMBANDA, QUEM ÉS ?

 UMBANDA, QUEM ÉS ?



- Quem sou? 

É difícil determinar. Sou a fuga para alguns, a coragem para outros. Sou o tambor que ecoa nos terreiros, trazendo o som das selvas e das senzalas. Sou o cântico que chama ao convívio seres de outros planos.

Sou a senzala do Preto Velho, a ocara do Bugre, a cerimônia do Pajé, a encruzilhada do Exu, o jardim da Ibejada, o nirvana do Indu e o céu dos Orixás.

Sou o café amargo e o cachimbo do Preto Velho, o charuto do Caboclo e do Exu; o cigarro
 da Pomba-Gira e o doce do Ibejê.


Sou a gargalhada da Rosa Caveira do Cruzeiro das Almas, o requebro da Maria Padilha das Almas, a seriedade do Seu Marabô.


Sou o sorriso e a meiguice de Maria Conga de Aruanda, Vovó Catarina e de Pai José de Aruanda; a traquinada de Mariazinha da Praia, Risotinho, Joãozinho da Mata e a sabedoria do Caboclo Tupynambá.


Sou o fluído que se desprende das mãos do médium levando a saúde e a paz.


Sou o isolamento dos orientais onde o mantra se mistura ao perfume suave do incenso.


Sou o Templo dos sinceros e o teatro dos atores. Sou livre. Não tenho Papas.


Sou determinada e forte. 


Minhas forças? Elas estão no homem que sofre e que clama por piedade, por amor, por caridade.


Minhas forças estão nas entidades espirituais que me utilizam para seu crescimento.


Estão nos elementos. Na água, na terra, no fogo e no ar; na pemba, na tuia, na mandala do ponto riscado.


Estão finalmente na tua crença, na tua Fé, que é o elemento mais importante na minha alquimia.


Minhas forças estão em ti, no teu interior, lá no fundo, na última partícula da tua mente, onde te ligas ao Criador.


Quem sou?


Sou a humildade, mas cresço quando combatida.


Sou a prece, a magia, o ensinamento milenar, sou cultura.


Sou o mistério, o segredo, sou o amor e a esperança. Sou a cura. Sou de ti. Sou de Deus. 

Grão Mestre Ji Han Jae 지한재 - 池漢載

 Grão Mestre Ji Han Jae 지한재 - 池漢載 Ji Han Jae (Chi Hon-tsoi) nasceu em Andong, Coréia do Sul em 1936. aos três anos (1939) fugiu com sua famí...