Primo, você partiu, mas ficamos com a certeza de que a sua luz e as lindas memórias que tivemos juntos ficarão para sempre no nosso coração! Descanse em paz!
Em breve todos nós estaremos juntos de novo.
A morte é inevitável, mas muitas vezes nos pega de surpresa.
Hoje perdemos você um ser humano exemplar, um pedaço tão importante da nossa família! Sentiremos muito a sua falta, primo querido! Continue zelando por nós daí de cima. Te amaremos
O luto pela sua partida nunca deixará de doer! Vou guardar com carinho nossos momentos!
Como sei que grande parte dos meus leitores são curiosos ou iniciantes, resolvi colocar aqui no blog algumas dicas que vão facilitar o preparo de futuras receitas.
Para começar, vamos aprender a fazer um MOLHO BRANCO ou BECHAMEL, tão presente em grande parte das receitas? É fácil demais!!!
INGREDIENTES para 4 pessoas
- 1 cebola cortada em cubos bem pequenos
- 2 dentes de alho cortados bem pequenos
- 2 colheres de sopa de farinha de trigo
- 4 colheres de manteiga ou margarina
- Leite até dar o ponto (normalmente vai quase 1 litro)
- Pimenta do reino moída na hora
- Noz Moscada a gosto
- Sal a gosto
MODO DE FAZER
- Derreta a margarina e doure a cebola e o alho (muita gente faz molho branco sem cebola e alho, mas eu não abro mão)
- Coloque a farinha de trigo e frite
- Vá colocando o leite aos poucos, mexendo sempre para não formar "gominhos"
- Tempere com pimenta, noz moscada e sal a gosto
- Mexa até ficar na consistência desejada
Dica: se você quiser um molho mais cremoso, pode botar um pouquinho (menos de meia caixinha) de creme de leite em caixa, no final do processo.
PRONTÍSSIMO! O Molho Branco é fundamental para milhares de receitas de peixes, frango, legumes, macarrão, lasanhas, etc.
Cebola e alho sendo dourados na panela
Hora de fritar a farinha de trigo
Hora de mexer sem parar, para não embolotar
O molho pronto para ser usado em milhares de receitinhas
O Kendo tal qual tomado em sentido amplo pelos praticantes é um fluxo no qual existe uma mudança ou transformação de três elementos intimamente relacionados: o corpo , o Ki-espírito e a espada. Corpo – TaiTodo o treinamento do Kendo enfatiza sua atualização no corpo dos iniciados. Seu ritmo de adestramento, suas ampliações periódicas, seus movimentos incontáveis e o reforço de sua ênfase buscam fabricá-lo.Desde os primeiros momentos o corpo passa a ser o meio que será trabalhado pelo “Sensei”O posicionamento dos pés, os seus modos de deslizamento pelo solo, a postura geral e ereta do corpo; a respiração; o olhar – professores afirmam que os olhos, os quais são os portais da mente, devem ser profundos e penetrantes, procurando um estado de “ tooyama no metsuke ”, que significa “a montanha distante pode ser vista”, olhar tudo e nada ao mesmo tempo.Sobre isso, um monge budista contemporâneo de Musashi, Takuan Soho, em seus conselhos para Yagyu Munenori, no famoso Fudochi Shinmyo Roku , diz que o espadachim deve sempre se ater ao nada.Sua mente jamais pode se fixar em um ponto, pois, se assim o dizer, ele sempre perderáo todo. O exemplo que ele dá para isso é em relação a olhar uma árvore. Caso foquemos no movimento ou existência de uma folha, perderemos a árvore como um todo.Para a esgrima seria a mesma coisa.Se focamos no movimento da espada inimiga, ou nos olhos do adversário, ou no movimentodo corpo, seremos atingidos pelo golpe do oponente.Deve-se buscar o “kanken no metsuke”.O termo “ metsuke” significa “técnica de observação” para o “kan”, ou seja, a observação do interior, para o “ kokoro ” (coração, mente) do oponente.O “ kakegoe ” é um dos moduladores utilizados e é traduzido como o grito que surge do interior da barriga, o qual tem por objetivo incentivar a si e intimidar o adversário.De acordo com a concepção nativa, seus efeitos são: aumentar a concentração, potência e domínio do golpe. Como requisito para o kakegoe, é preciso que se desenvolva a respi-ração. A expressãoa-un-no-kokyuu – kokyuu (respiração); a (exalação); un (inalação) – significa respiração profunda.No Japão, vim a descobrir que essa noção de a-un-no-kokyuu era mais significativa do que a princípio poderia pensar. Nos portões de entrada dos templos ja-poneses, temos duas figuras complementares que respiram em uníssono, uma inalando, e a outra exalando ar.Essas figuras, cuja forma muda, podendo constar monstros mitológicos variados, sempre dispostos em pares, indicam essa relação da complementaridade da respiração, ou, no caso, de unidade de opostos. As definições sobre esses seres mitológicos são variáveis e levam em consideração os mitos sobre as divindades presentes nos templos, mas a relação que estabelecem é de complementaridade dos opostos.De acordo com De Mente (2004), o a-un-no-kokyuu refere-se ao “sexto sentido” japonês.Ele diz que isso se deve a uma importância dada à comunicação não verbal, ou seja, de acordo com a palavra, respirar, sentir, estar em uníssono com as outras pessoas.Dito de outra forma, a habilidade de pensar, sentir e agir, antecipando, estando de acordo com o que as outras pessoas sentem, “respirando em unidade”.Mauss relata-nos, no ensaio sobre as técnicas corporais, que seria preciso um estudo sobre a influência da respiração na meditação, e, de acordo com o que pude perceber, no Kendo esse fator é demasiadamente importante.O professor Y., em suas palestras, atenta para a técnica de respirar flexionando o diafragma, concentrando a força abdominal no seikatanden , ou centro vital, que corresponde aproximadamente ao centro da reta traça-da entre o umbigo e o ânus. Isso é importante porque, tanto para chineses taoistas quanto para japoneses que se valeram da literatura chinesa durante o período Edo – 1600 em frente –, o centro do corpo – seikatanden – era o local onde a mente estaria localizada. Por isso, em certa medida, tanto se fala dessa região em tratados sobre artes marciais, uma vez que a mente comanda o Ki , ou a força de vontade – ver mais à frente.Bem, “mente” neste contexto não quer dizer “cérebro” nem se situa nele.O corpo, o qual temos a falsa impressão de ser totalizado dentro de uma reflexão japonesa, vê-se às voltas com um conjunto grande de denominações, moduladores e pala-vras que fragmentam essa unidade.O corpo, tal qual o conhecemos – inteiriço –, é apenas um momento dentro de um conjunto mais amplo de fragmentação dessa unidade; porém, o conceito de “Tai” tem a aparente capacidade de sintetizar o corpo em algo inteligível. Por outro lado, a ideia de ser humano, ou ningen, coloca outro problema, porque demonstra um espaço na pessoa, de acordo com a grafia japonesa . Esse espaço pode ser povoado por outras pessoas, coisas, relações, parentescos, etc.Curiosamente (ou não),parece ser na relação que a síntese aparece; e, sobre ela, o modulador relacionador é o de maai , que é a distância a qual relaciona os oponentes, ou seja, é o espaço entre dois que marca uma relação.O termo completo é “isoku itto no ma-ai”. Essa distância deve ser mantida em relação ao oponente em uma postura de confron-to, de forma que em um passo se atinja o adversário e com um passo para trás se desvie do golpe do adversário. O maai é o espaço e o comprimento da espada, a distância entre dois oponentes. Também se refere a tempo e velocidade de ataque. Essa discussão é interessante porque o conceito de Maai – indica justamente um encontro em um espaço. Isso, do ponto de vista de uma reflexão japonesa cruzada à antropologia, interessa na medida em que pensamos no próprio conceito de relação, ou um espaço de encontro, muito embora seja justamente o conceito de “relação” – que é variável – o lugar onde a maioria das coisas interessantes acontece.fonte :Parte do Artigo O caminho da espada: sobre mecanismos e máquinas. Parte III – Final . Autor Gil Vicente Lourenção publicado na Revista de @ntropologia da UFSCar, 6 (1), jan./jun. 2014
OMS confirma morte por vírus Nipah, Ásia reforça monitoramento
Uma mulher morreu em Bangladesh após contrair o vírus Nipah, confirmou a OMS. O caso, ligado ao consumo de seiva de tâmara, intensifica a vigilância na Ásia, após outros registros na Índia.
Vírus Nipah: Ásia reforça vigilância após óbito (imagem ilustrativa/PM)
A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou a morte de uma mulher no norte de Bangladesh no mês passado, após contrair o mortal vírus Nipah. O incidente intensifica o monitoramento de um potencial surto em países do Sul da Ásia.
A paciente, com idade entre 40 e 50 anos, desenvolveu os primeiros sintomas compatíveis com o vírus Nipah no dia 21 de janeiro.
Estes incluíam febre e dor de cabeça, seguidos por hipersalivação, desorientação e convulsões, conforme relatado pela OMS. Ela veio a óbito uma semana depois, e a infecção pelo vírus foi confirmada um dia após sua morte.
Segundo as autoridades, a mulher não possuía histórico de viagens recentes, mas havia consumido seiva de tâmara crua, uma via comum de transmissão do vírus.
Todos os 35 indivíduos que tiveram contato com a paciente foram monitorados e testaram negativo para o vírus, e até o momento, nenhum outro caso foi detectado.
Riscos de transmissão e características do vírus
Este caso em Bangladesh surge após a identificação de dois casos do vírus na vizinha Índia, o que já havia provocado um aumento nas triagens em aeroportos por toda a Ásia.
O Ministério da Saúde indiano informou no mês passado que cerca de 200 pessoas foram colocadas em quarentena após a detecção dos casos no estado de Bengala Ocidental, que faz fronteira com Bangladesh.
O Nipah é um vírus altamente perigoso, para o qual não existe vacina ou cura, sendo classificado como um patógeno de alto risco pela OMS.
Especialistas apontam que infecções humanas são raras e geralmente ocorrem quando o vírus é transmitido de morcegos para humanos, frequentemente através de frutas contaminadas ou produtos como a seiva de tâmara.
A doença pode ser fatal em até 75% dos casos, mas sua transmissão entre pessoas não é fácil. Sobreviventes podem sofrer efeitos neurológicos a longo prazo, como convulsões persistentes ou alterações de personalidade, conforme atualização da Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido.
Em raras situações, a encefalite pode reaparecer meses ou até anos após a infecção inicial, seja por recaída ou reativação do vírus.
Resposta internacional e monitoramento regional
Em resposta à ameaça, países como Malásia, Tailândia, Indonésia, Singapura e Paquistão implementaram triagens de temperatura em seus aeroportos.
Singapura, por exemplo, ordenou que trabalhadores migrantes vindos de Bengala Ocidental passassem por verificações diárias de temperatura e monitorassem sintomas por 14 dias.
Em 2025, Bangladesh já havia registrado quatro casos fatais confirmados em laboratório. Além do Sul da Ásia, infecções também foram relatadas nas Filipinas, com investigações sugerindo que foram causadas pelo vírus Nipah ou uma cepa intimamente relacionada e similar ao Nipah.
Estudantes são executados na Coreia do Norte por consumir mídia sul-coreana
A Coreia do Norte está realizando execuções públicas, inclusive de estudantes, por assistir a programas sul-coreanos como ‘Squid Game’ e ouvir K-pop.
Imagem de destaque (PM)
Pessoas na Coreia do Norte estão sendo executadas publicamente por assistir a programas sul-coreanos, como “Squid Game” (Round 6) e ouvir K-pop, conforme revelado.
Até mesmo estudantes estão enfrentando punições brutais por consumir mídia popular de seu vizinho do sul, descobriu a Anistia Internacional.
Aqueles que conseguiram escapar do regime de Kim Jong-un relataram que crianças são forçadas a assistir a execuções públicas de pessoas da mesma idade por esses “crimes”, servindo como um aviso para não consumir mídia estrangeira.
Desigualdade e corrupção no sistema punitivo
As pessoas mais pobres enfrentam as punições mais severas, mas aquelas com conexões e de famílias mais ricas frequentemente conseguem subornar autoridades para evitar a pena de morte.
Sarah Brooks, Diretora Regional Adjunta da Anistia Internacional, afirmou que os testemunhos de residentes que escaparam demonstram a gravidade das leis “distópicas” do país.
“Assistir a um programa de TV sul-coreano pode custar sua vida – a menos que você possa pagar”, disse ela. “As autoridades criminalizam o acesso à informação em violação do direito internacional, e então permitem que funcionários lucrem com aqueles que temem a punição. Isso é repressão com corrupção, e devasta principalmente aqueles sem riqueza ou conexões”.
Resistência cultural e a “gaiola ideológica”
Brooks acrescentou que o medo do governo em relação à informação colocou os norte-coreanos em uma “gaiola ideológica”.
Mesmo com leis rigorosas, o conteúdo sul-coreano ainda está chegando à Coreia do Norte, incluindo dramas populares como “Crash Landing on You” (Pousando no Amor) que se passa na ditadura.
Aqueles que ouvem bandas como BTS ou assistem a programas populares como “Squid Game” foram executados, disseram entrevistados à Amnesty.
Em 2021, um estudante que contrabandeou cópias de ‘Squid Game’ para o país vindo da China foi condenado à morte por fuzilamento.
Hoje dia 05 de fevereiro a Igreja celebra mais uma grande mulher guerreira que preferiu doar a sua vida em defesa do nosso Salvador Jesus Cristo,Agueda é uma das 7 mulheres que se faz presente no Cânon Romano que fica ao lado do nome da nossa Padroeira Santa Luzia, que por coecidencia Luzia tinha Agueda por sua santa de devoção.
Santa Águeda, virgem e mártir. Nasceu em Catânia, na Sicília, pertencente a uma nobre e rica família que lhe proporcionou, acima de tudo, a riqueza da fé, tanto assim que cedo consagrou sua virgindade a Cristo, seu Amado Esposo.
No seu tempo, aconteceu a terrível perseguição dos cristãos por parte o imperador Décio. Santa Águeda, que era uma jovem bela e inteligente, acabou sem querer, conquistando o coração de um jovem, que recebeu o “não” da santa quanto ao matrimônio. Por isso, revoltado, denunciou Águeda como cristã.
Diante do juiz ela respondeu quanto à sua origem: "Embora de família nobre e rica, tenho a honra e a alegria de ser serva de Cristo Jesus, meu Senhor e Deus".
Foi condenada a torturas e humilhações, dentre elas a de ser entregue a uma velha pervertida e prostituta. Santa Águeda, cheia do Espírito Santo, ficou fiel ao Senhor, até que perguntaram novamente: "O que você decidiu sobre a tua salvação?". Sua resposta foi exata: "A minha salvação é Cristo!". Sendo assim proporcionaram lentos sofrimentos até o martírio em 254, que a levou para os braços do seu Esposo Amado: Jesus.
Oração Concedei-nos, Senhor, o amor constante ao Vosso Santo Nome e a graça da perseverança nas coisas do alto durante toda a nossa vida. E pela intercessão de Santa Águeda, dai-nos, Senhor Onipotente, a graça que humildemente vos pedimos (citar a graça).