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domingo, 22 de fevereiro de 2026

SÓ O AMOR E A LUZ ACABAM COM AS TREVAS

 SÓ O AMOR E A LUZ ACABAM COM AS TREVAS

 "Não existe amor maior do que aquele que oferece a vida pelos seus amigos", afirmou o Evangelista João, ao se referir a Jesus, a fim de ensinar ao homem o caminho da vida eterna, “o caminho, a verdade e a vida”.

 Tudo que Jesus fez, o fez por amor. 

 Jesus veio extinguir a lei do apedrejar a mulher adultera, substituindo-a pela lei do perdão. 

 O Mestre Essênio veio ensinar que todos são pecadores e que, nem por isso, o Pai extermina a vida dos filhos pecadores, pois cada um ao partir desta terra irá para a casa que ele próprio construiu. 

 Através da Lei do amor, Jesus mostrou que depois de ter sofrido toda humilhação, todo martírio e todas as dores ainda encontrou forças para clamar: "Pai perdoa-lhes eles não sabem o que fazem". 

 Apesar de antever todo o seu sofrimento, o Mestre Essênio dividiu o pão e o vinho com Judas, o traidor. 

 Quando Pedro cortou a orelha de Malcon, soldado que fora prendê-lo no monte, Jesus a recolocou no lugar. 

 Em todo o tempo de sua vida terrena Jesus mostrou que não se paga o mal com o mal, que os erros dos outros lhes pertencem e que cada um é responsável pelos seus próprios atos. 

 Quando operava milagres, Jesus deixava sempre claro para todos que o mérito era de Deus e não dele.

 Antes de dividir os pães e os peixes, o Mestre dava graças, pois a tudo se deve dar graças a Deus. 

 Jesus disse aos seus que todos os que desejassem tomar parte com Ele, deviam amar como Ele os amava. 

 Por maiores que fossem as provas, Jesus em momento algum deixou que as trevas se apoderassem da Luz, muito pelo contrário, sempre cobriu as trevas com a luz, sempre estendeu a bandeira branca da paz, repleta de amor. 

 Passados mais de 2020 anos da estada de Jesus na Terra, cada dia fica mais evidente que sem amor não existe vida, não existe comunhão, não existe paz. 

 O Mestre Essênio deu a Sua vida para que os homens que seguissem os Seus passos, deixassem o mundo das trevas e conhecessem o mundo luz. 

GM Albino Neves



sábado, 21 de fevereiro de 2026

Em 17 de fevereiro de 1600, o filósofo italiano Giordano Bruno foi executado na fogueira, em Roma

 Em 17 de fevereiro de 1600, o filósofo italiano Giordano Bruno foi executado na fogueira, em Roma, após ser condenado pela Inquisição. A sentença foi cumprida na praça Campo de' Fiori, diante do público, como exemplo contra ideias consideradas heréticas.

Grandes homens devem ser sempre lembrados, para que não haja repetição de tragédias, intolerância, preconceito, ignorância e fanatismo.



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Esta é uma das imagens mais icônicas da história do rock

 Esta é uma das imagens mais icônicas da história do rock. Robert Plant, vocalista do Led Zeppelin, está no palco do Kezar Stadium, em San Francisco, em 1973, no momento exato em que uma pomba branca pousa suavemente em sua mão estendida.


A ideia era simples e poderosa: no final de “Stairway to Heaven”, pombas seriam soltas como símbolo de paz e amor. Quando as gaiolas se abriram, as aves voaram sobre o estádio lotado. Uma delas, inesperadamente, mudou a rota e voltou em direção ao palco. Robert, quase por instinto, estendeu a mão. A pomba pousou ali por cerca de cinco segundos. Não era um pássaro treinado. Foi puro acaso. Tempo suficiente para que uma fotografia eterna fosse capturada.


No início de “Stairway”, Robert costumava dizer: “Esta é uma canção de esperança.” E naquela noite, a esperança literalmente pousou em sua mão.


Mas essa imagem vai além do simbolismo óbvio da pomba. Na outra mão, ele segura uma garrafa de cerveja, envolta pela fumaça que paira no ar. É o contraste perfeito entre luz e sombra. Entre autodestruição e transcendência. Entre os excessos do rock e a busca por algo maior. A foto não retrata apenas um momento bonito — ela revela a dualidade humana.


De um lado, os vícios, os excessos, as quedas. Do outro, a esperança teimosa que insiste em permanecer. E talvez seja exatamente isso que torna essa imagem tão poderosa até hoje.


No final de “Stairway to Heaven”, Robert canta: “When all are one and one is all.” Quando tudo é um e um é tudo. Uma frase que fala de unidade, consciência e transformação.


Talvez aquele dia que as gerações passadas só conseguiam imaginar através da música, da arte e da poesia já esteja diante de nós. Talvez o novo mundo que tantos sonharam esteja esperando para ser construído. A história já provou que somos capazes de nos transformar quando escolhemos desafiar nossos próprios instintos e agir a partir do amor.


E naquela noite, em 1973, por cinco segundos, a esperança ganhou asas — e pousou na palma de uma mão.



Café cremoso

 

Café cremoso

Esta é uma receita que eu andava namorando há tempos na comunidade culinária - receitas.




Eu confesso que quando vi aquele monte de água na batedeira pensei: "isso aqui não vai dar em nada", porém fiquei muito surpresa ao ver o resultado.

O café com leite fica com um outro sabor, até parece aqueles cafés de máquina. Vi muitos comentários falando que ficava parecido ao capuccino, mas achei que isso vale apenas para a aparência, o sabor fica bem diferente.

Muito gostoso!


Ingredientes:

50gr de café solúvel
1 1/2 xícara de água quente (corresponde ao sache do café cheio de água)
3 xícaras (chá) de açúcar

Modo de fazer

Colocar na batedeira todos os ingredientes e bater por mais ou menos 15 minutos ou até que não mude mais de cor (fica igual a um chantilly com sabor de café).
Coloque numa vasilha no freezer.
Na hora de usar coloque de 2 a 3 colheres numa xícara e complete com leite quente.
E o interessante que você leva ao freezer e ele não congela, dá para ir tirando as colheradas.

Se quiser algo diferente o ferva o leite com canela em pau, cravo e erva doce e coe antes de colocar no café. Polvilhe canela ou chocolate em pó por cima.


domingo, 15 de fevereiro de 2026

José Tibúrcio da Silva.

 José Tibúrcio da Silva.



Não existe prazo para superar a dor.

O luto não tem relógio,calendário,ou manual.

É um caminho que se percorre no próprio ritmo.


Primo, você partiu, mas ficamos com a certeza de que a sua luz e as lindas memórias que tivemos juntos ficarão para sempre no nosso coração! Descanse em paz!

 Em breve todos nós estaremos juntos de novo.



A morte é inevitável, mas muitas vezes nos pega de surpresa.

 Hoje perdemos  você um ser humano exemplar, um pedaço tão importante da nossa família! Sentiremos muito a sua falta, primo querido! Continue zelando por nós daí de cima. Te amaremos


O luto pela sua partida nunca deixará de doer! Vou guardar com carinho nossos momentos!


Vá pelo caminho da luz primo querido.




By Francisco Araújo

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Primeiros Passos: Molho Branco

 

Primeiros Passos: Molho Branco

Como sei que grande parte dos meus leitores são curiosos ou iniciantes, resolvi colocar aqui no blog algumas dicas que vão facilitar o preparo de futuras receitas. 
Para começar, vamos aprender a fazer um MOLHO BRANCO ou BECHAMEL, tão presente em grande parte das receitas? É fácil demais!!!

INGREDIENTES para 4 pessoas
- 1 cebola cortada em cubos bem pequenos
- 2 dentes de alho cortados bem pequenos
- 2 colheres de sopa de farinha de trigo
- 4 colheres de manteiga ou margarina
- Leite até dar o ponto (normalmente vai quase 1 litro)
- Pimenta do reino moída na hora
- Noz Moscada a gosto
- Sal a gosto

MODO DE FAZER
- Derreta a margarina e doure a cebola e o alho (muita gente faz molho branco sem cebola e alho, mas eu não abro mão)
- Coloque a farinha de trigo e frite
- Vá colocando o leite aos poucos, mexendo sempre para não formar "gominhos"
- Tempere com pimenta, noz moscada e sal a gosto
- Mexa até ficar na consistência desejada

Dica: se você quiser um molho mais cremoso, pode botar um pouquinho (menos de meia caixinha) de creme de leite em caixa, no final do processo.

PRONTÍSSIMO! O Molho Branco é fundamental para milhares de receitas de peixes, frango, legumes, macarrão, lasanhas, etc.

Cebola e alho sendo dourados na panela

Hora de fritar a farinha de trigo
Hora de mexer sem parar, para não embolotar
O molho pronto para ser usado em milhares de receitinhas

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Conceito dentro do Kendo

 Conceito dentro do Kendo


O Kendo tal qual tomado em sentido amplo pelos praticantes é um fluxo no qual existe uma mudança ou transformação de três elementos intimamente relacionados: o corpo , o Ki-espírito e a espada. Corpo – TaiTodo o treinamento do Kendo  enfatiza sua atualização no corpo dos iniciados.  Seu ritmo de adestramento, suas ampliações periódicas, seus movimentos incontáveis e o reforço de sua ênfase buscam fabricá-lo.Desde os primeiros momentos o corpo passa a ser o meio que será trabalhado pelo “Sensei”O posicionamento dos pés, os seus modos de deslizamento pelo solo, a postura geral e ereta do corpo;  a respiração; o olhar – professores afirmam que os olhos, os quais são os portais da mente, devem ser profundos e penetrantes, procurando um estado de “ tooyama no metsuke ”, que significa “a montanha distante pode ser vista”, olhar tudo e nada ao mesmo tempo.Sobre isso, um monge budista contemporâneo de Musashi, Takuan Soho, em seus conselhos para Yagyu Munenori, no famoso Fudochi Shinmyo Roku , diz que o espadachim deve sempre se ater ao nada.Sua mente jamais pode se fixar em um ponto, pois, se assim o dizer, ele sempre perderáo todo. O exemplo que ele dá para isso é em relação a olhar uma árvore. Caso foquemos no movimento ou existência de uma folha,  perderemos a árvore como um todo.Para a esgrima seria a mesma coisa.Se focamos no movimento da espada inimiga, ou nos olhos do adversário, ou no movimentodo corpo, seremos atingidos pelo golpe do oponente.Deve-se buscar o “kanken no metsuke”.O termo “ metsuke” significa “técnica de observação” para o “kan”, ou seja, a observação do interior, para o “ kokoro ” (coração, mente) do oponente.O “ kakegoe ” é um dos moduladores utilizados e é traduzido como o grito que surge do interior da barriga, o qual tem por objetivo incentivar a si e intimidar o adversário.De acordo com a concepção nativa, seus efeitos são: aumentar a concentração, potência e domínio do golpe. Como requisito para o kakegoe, é preciso que se desenvolva a respi-ração. A expressãoa-un-no-kokyuu – kokyuu (respiração); a (exalação); un (inalação) – significa respiração profunda.No Japão, vim a descobrir que essa noção de a-un-no-kokyuu era mais significativa do que a princípio poderia pensar. Nos portões de entrada dos templos ja-poneses, temos duas figuras complementares que respiram em uníssono, uma inalando, e a outra exalando ar.Essas figuras, cuja forma muda, podendo constar monstros mitológicos variados, sempre dispostos em pares, indicam essa relação da complementaridade da respiração, ou, no caso, de unidade de opostos. As definições sobre esses seres mitológicos são variáveis e levam em consideração os mitos sobre as divindades presentes nos templos, mas a relação que estabelecem é de complementaridade dos opostos.De acordo com De Mente (2004), o a-un-no-kokyuu  refere-se ao “sexto sentido” japonês.Ele diz que isso se deve a uma importância dada à comunicação não verbal, ou seja, de acordo com a palavra, respirar, sentir, estar em uníssono com as outras pessoas.Dito de outra forma, a habilidade de pensar, sentir e agir, antecipando, estando de acordo com o que as outras pessoas sentem, “respirando em unidade”.Mauss relata-nos, no ensaio sobre as técnicas corporais, que seria preciso um estudo sobre a influência da respiração na meditação, e, de acordo com o que pude perceber, no Kendo  esse fator é demasiadamente importante.O professor Y., em suas palestras, atenta para a técnica de respirar flexionando o diafragma, concentrando a força abdominal no seikatanden , ou centro vital, que corresponde aproximadamente ao centro da reta traça-da entre o umbigo e o ânus. Isso é importante porque, tanto para chineses taoistas quanto para japoneses que se valeram da literatura chinesa durante o período Edo – 1600 em frente –, o centro do corpo – seikatanden – era o local onde a mente estaria localizada. Por isso, em certa medida, tanto se fala dessa região em tratados sobre artes marciais, uma vez que a mente comanda o Ki , ou a força de vontade – ver mais à frente.Bem, “mente” neste contexto não quer dizer “cérebro” nem se situa nele.O corpo, o qual temos a falsa impressão de ser totalizado dentro de uma reflexão japonesa, vê-se às voltas com um conjunto grande de denominações, moduladores e pala-vras que fragmentam essa unidade.O corpo, tal qual o conhecemos – inteiriço –, é apenas um momento dentro de um conjunto mais amplo de fragmentação dessa unidade; porém, o conceito de “Tai” tem a aparente capacidade de sintetizar o corpo em algo inteligível. Por outro lado, a ideia de ser humano, ou ningen, coloca outro problema, porque demonstra um espaço na pessoa, de acordo com a grafia japonesa . Esse espaço pode ser povoado por outras pessoas, coisas, relações, parentescos, etc.Curiosamente (ou não),parece ser na relação que a síntese aparece; e, sobre ela, o modulador relacionador é o de maai , que é a distância a qual relaciona os oponentes, ou seja, é o espaço entre dois que marca uma relação.O termo completo é “isoku itto no ma-ai”. Essa distância deve ser mantida em relação ao oponente em uma postura de confron-to, de forma que em um passo se atinja o adversário e com um passo para trás se desvie do golpe do adversário. O maai  é o espaço e o comprimento da espada, a distância entre dois oponentes. Também se refere a tempo e velocidade de ataque. Essa discussão é interessante porque o conceito de Maai –  indica justamente um encontro em um espaço. Isso, do ponto de vista de uma reflexão japonesa cruzada à antropologia, interessa na medida em que pensamos no próprio conceito de relação, ou um espaço de encontro, muito embora seja justamente o conceito de “relação” – que é variável – o lugar onde a maioria das coisas interessantes acontece.fonte :Parte do Artigo  O caminho da espada: sobre mecanismos e máquinas. Parte III – Final . Autor Gil Vicente Lourenção publicado na Revista de @ntropologia da UFSCar, 6 (1), jan./jun. 2014





SÓ O AMOR E A LUZ ACABAM COM AS TREVAS

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