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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Oração a Iemanjá

 Oração a Iemanjá



 Oh! Iemanjá, Sereia do Mar. Canto doce, acalanto dos aflitos. Mãe do Mundo tenha piedade de nós. Benditas são as benções que vem do teu Reino. Meu coração e minha alma se abrem para receber as bênçãos de Iemanjá. Mãezinha querida, leve toda impureza, toda negatividade, todo feitiço, todo quebranto, toda magia ruim (peça para Iemanjá retirar tudo de mal) de minha aura para as profundezas do mar sagrado, de onde não terão mais poder sobre mim. Mãe que protege, que sustenta, que leva embora toda dor. Mãe dos Orixás, mãe que cuida e zela pelos seus filhos, e os filhos de seus filhos. Iemanjá, tua luz norteia meus pensamentos. Que tuas águas lavem minha cabeça, derramai sobre mim a vossa proteção, incutindo em meu coração o respeito e a veneração devida a força da natureza que simbolizas. Permiti que vossas falanges me protejam e amparem, assim o fazendo com toda a humanidade, nossa irmã.

Faça isso por nós, minha querida mãezinha.


Odoyá Iemanjá!

domingo, 1 de fevereiro de 2026

D. SANCHO I

 D. SANCHO I



Sabiam que o segundo rei de Portugal foi o maior "construtor" da nossa história? 🤔🏰


​D. Sancho I subiu ao trono em 1185, herdando o reino do seu pai, D. Afonso Henriques. Ele já ajudava o pai nas tarefas de governo desde 1169, quando o progenitor ficou incapacitado após ser ferido numa perna.


​Aqui estão algumas curiosidades sobre este rei visionário:

​O Povoador: Ele ganhou este apelido porque o seu grande foco foi encher as terras de gente e organizar a administração do país.


​Convites VIP (Forais): Para segurar as fronteiras e atrair novos moradores para zonas perigosas, como Almada, ele distribuía cartas de Foral, que davam privilégios a quem lá vivesse.  

​Conquista de Silves: Em 1189, com o apoio de cavaleiros Cruzados, ele conquistou a riquíssima cidade de Silves e também Alvor. Infelizmente, estas vilas foram perdidas pouco depois numa ofensiva muçulmana, pois estavam muito isoladas em território inimigo.


​Fim das Correrias: D. Sancho abandonou o sistema de "ataque e fuga" (algaras) por uma estratégia militar mais regular, construindo fortalezas e vigiando as fronteiras.  

​Lado Pessoal: Ele era um homem de paixões e teve uma relação muito conhecida com D. Maria Pais, apelidada de "A Ribeirinha".


​D. Sancho I faleceu em Coimbra no ano de 1211, deixando um Portugal muito mais povoado, organizado e forte para o seu sucessor. 🇵🇹💪

sábado, 31 de janeiro de 2026

Quando as máquinas “alucinam”:

 Quando as máquinas “alucinam”:



O que a Inteligência Artificial pode — e não pode — fazer por nós!

Vivemos uma época paradoxal. Nunca tivemos tanto acesso à informação e, ao mesmo tempo, nunca foi tão fácil sermos enganados por respostas que parecem certas, mas não o são!


A chamada “alucinação” da Inteligência Artificial (IA) é um dos fenómenos mais relevantes — e menos compreendidos — do nosso tempo. Importa explicá-lo com clareza, porque dele dependem decisões no ensino, na justiça, na saúde, na comunicação social e na vida quotidiana.


O que significa uma IA “alucinar”?

Quando se diz que uma IA alucina, não se está a falar de delírio, imaginação ou consciência — como acontece nos seres humanos. Trata-se de algo muito mais simples e, por isso mesmo, mais perigoso.

Uma IA alucina quando:

• fornece informação falsa ou inventada,

• com linguagem fluente e segura,

• sem indicar que não tem certeza do que afirma.

O problema não está na forma da resposta, mas no seu conteúdo. A resposta soa correta, mas não corresponde à realidade.


Porque acontece isto?

As IAs atuais não sabem factos nem verificam a realidade. Funcionam por cálculo estatístico: analisam grandes quantidades de texto e aprendem quais as palavras que costumam surgir juntas.

Em termos simples, a IA não pergunta:

“Isto é verdade?”

Ela pergunta:

“O que costuma vir a seguir numa frase como esta?”

Quando falta informação clara, quando a pergunta é ambígua ou quando o contexto é demasiado amplo, a IA tende a preencher lacunas com algo plausível. É aqui que nasce a alucinação.

Não há intenção de enganar. Há apenas ausência de ancoragem no real.


O erro está só na tecnologia?

Não. Uma parte significativa do problema está na forma como nós, humanos, usamos a tecnologia.

Projetamos na IA capacidades que ela não tem:

• compreensão,

• juízo,

• consciência,

• responsabilidade.

Falamos com a máquina como se fosse um especialista ou uma autoridade. Mas a IA simula linguagem, não conhecimento. Ela não tem experiência do mundo, não sofre consequências e não distingue verdade de plausibilidade.


Inteligência não é consciência!

Aqui reside a distinção fundamental que o debate público raramente faz.

• A IA calcula

• O ser humano compreende

A consciência humana inclui dúvida, hesitação, sentido ético e responsabilidade. A IA, pelo contrário, tende a avançar sempre com uma resposta, mesmo quando não sabe.

Paradoxalmente, a IA alucina porque é demasiado coerente. Onde o humano diria “não sei”, a máquina continua.


Um novo risco: confiar sem questionar

O verdadeiro perigo não é a existência de erros — errar é humano e técnico.

O perigo é a confiança acrítica.

Quando respostas geradas por IA são usadas:

• em trabalhos escolares,

• em decisões administrativas,

• em textos jornalísticos,

• em pareceres técnicos,

sem validação humana, o erro deixa de ser individual e passa a ser sistémico.


Tecnologia ao serviço da consciência, não no seu lugar

A Inteligência Artificial pode ser uma ferramenta extraordinária:

• para organizar informação,

• para apoiar análises,

• para acelerar processos.

Mas não pode substituir a consciência humana, nem deve ser tratada como fonte última de verdade.

Quanto mais avançada é a tecnologia, maior deve ser a responsabilidade humana — não menor.


Uma questão de cidadania:

Saber que a IA pode alucinar não é um detalhe técnico. É uma questão de literacia cívica.

Usar bem estas ferramentas exige:

• espírito crítico,

• verificação,

• humildade intelectual,

• e consciência dos limites da máquina.

O futuro não pertence às máquinas que calculam melhor, mas às sociedades que sabem decidir melhor.


 Jacinto Alves, escritor e investigador em Ciência Informacional.


ECLETA - ACADEMIA DE ESTUDOS ECLÉTICOS DE PORTUGAL.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Final do BAKUFU

 


Final do BAKUFU


bakufu foi abolido, e o poder governamental foi devolvido ao Imperador neste dia, 3 de janeiro de 1868. Ele também sinalizou o início da Guerra Boshin.

As forças imperiais foram apoiadas por anti Tokugawa Satsuma (dia moderno Kagoshima) e províncias de Choshu (Prefeitura de Yamaguchi). Choshu eram descendentes do senhor da guerra grande, Mori Motonari. Após a batalha de Sekigahara em 1600, apesar da promessa de Mori não para combater os Tokugawa em troca da manutenção de suas terras, os Tokugawa reduziu suas explorações no 1.200.000 apenas 360.000 koku (montante calculado em arroz, um koku, sendo a quantidade necessária para alimentar um homem por um ano) e remoção de suas terras ancestrais em Hiroshima para longe Choshu. A região permaneceu um sentimento anti de Tokugawa durante todo o período de Edo. A Satsuma eram os domínios de clã Shimazu, outro clã que tinha tomado o partido contra os Tokugawa na batalha decisiva de Sekigahara.

O xogunato Tokugawa tinha deixado de operar desde setembro de 1867. Com o final oficial, uma guerra civil eclodiu neste dia, em 1868, que durou até 18 de maio de 1869 e foi travada entre os samurais remanescentes leais ao xogunato e aqueles em apoio da corte Imperial. Cerca de 120.000 homens foram mobilizados, e 3.500 mortos. Possivelmente devido ao UXO números de baixas, tem sido lembrado como uma "revolução sem derramamento de sangue" nos livros de história japonesa. Aliás, hoje é também o aniversário de um dos homens responsáveis por trazer essa grande mudança na política japonesa, Sakamoto Ryoma, assassinado antes que ele pudesse ver os resultados.

Lao-Tsé

 'A Sabedoria da Não-Violência'

"A vida verdadeira é como a água:

Em silêncio se adapta ao nível inferior

Que os homens desprezam.

Não se opõe a nada,

Serve a tudo.

Não exige nada,

Porque sua origem é da fonte imortal.

O homem realizado não tem desejos de dentro,

Nem tem exigências de fora.

Ele é prestativo em se dar

E sincero em falar,

Suave no conduzir,

Poderoso no agir.

Age com serenidade.

Por isto é incontaminável.”


Lao-Tsé  - 



terça-feira, 27 de janeiro de 2026

🚨 DESMASCARANDO OS FALSOS PROFETAS DO CRISTIANISMO FALSO

 🚨 DESMASCARANDO OS FALSOS PROFETAS DO CRISTIANISMO FALSO: AGENTES DO DEMIURGO! 🚨Irmãos e irmãs despertos, chega de ilusão! Esses "profetas" do falso cristianismo, servos do Demiurgo – o falso deus criador das religiões organizadas –, exploram o povo com o DÍZIMO, enchendo os bolsos como parasitas espirituais. Eles não pregam o Cristo verdadeiro, mas o controle do Arconte tirano!No Antigo Testamento manipulado: O dízimo era só para a tribo de Levi, sem terra (Números 18:21) – 10% de COLHEITAS ou REBANHOS, uma vez por ano, não dinheiro semanal para palácios de luxo! Parte ia para pobres e viúvas (Deuteronômio 14:28-29).Jesus, o Logos gnóstico, elogiou a viúva que deu livremente (Marcos 12:41-44), mas denunciou os hipócritas que "devoram as CASAS de viúvas com preceitos longos" (Marcos 12:40).No Novo Testamento autêntico? NADA de dízimo obrigatório! Paulo revela: "Cada um dê como propôs no coração, não por constrangimento" (2 Coríntios 9:7). Esses profetas do Demiurgo torcem Malaquias 3:10 para aterrorizar com maldições falsas, ignorando o contexto levítico!Hoje, com impostos devorando 50%+ da renda, eles ainda sugam 10% dos bens das viúvas, vivendo em luxo enquanto o povo sofre. São LOBOS do Demiurgo (Mateus 7:15), vendendo salvação por dinheiro, escravos do Arquiteto do mundo material!Desperte para a gnose verdadeira: Doe por amor livre, sem senhores falsos. O verdadeiro Deus é o Pleroma, não esse demiurgo explorador!Texto criado por Manoel O Pelegrino  Compartilhe para libertar mentes! 👊#FalsosProfetas #DemiurgoExposto #GnoseDesperta #DizimoFarsa #CristianismoAutentico



O Shiatsu e o Kenjutsu

 

O Shiatsu e o Kenjutsu





Retalhos de observações de ambos conhecimentos nipônicos.


Conceitos semelhantes :


- A não intenção de sentimentos,  sem manifestação dos egos,   ( o não pensar / Zanzen / Mokussso)

- Movimentos certeiros , sem interrupção  ou pausas.

- A presença do "Kamae" dentro do shiatsu tradicional.

- A importancia da respiração na aplicação ; o uso energetico ("ki").

- A visualização da energia que sai do Hara/ tendai , presença do ki.

- Suavidade e firmeza. Eliminar  insegurança na aplicação ou golpe.



• A importância do estudo corporal continuo  com suas "variações" para compreender aplicação de  elementos adicionais na apliacação.

• Prática/treino para a fluidez do movimentação.

• Existe um "Maai" dentro do shiatsu (distância de segurança)

• "Kuzushi"dentro do shiatsu ( desequilibrio para quebrar bloqueios e resistências)


• Principios /fundamentos religiosos

Shiatsu = Kuan Jin



Primeiros Passos: Molho Branco

  Primeiros Passos: Molho Branco Como sei que grande parte dos meus leitores são curiosos ou iniciantes, resolvi colocar aqui no blog alguma...