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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
SOPA DE PEIXE
terça-feira, 13 de janeiro de 2026
O Desenho mais triste de todos os tempos, Marco
O Desenho mais triste de todos os tempos, Marco
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
Porque gosto de canivetes
Porque gosto de canivetes..

Porque gosto de Canivetes.
Nunca fui um homem violento, nunca participei em grandes altercações e em todas as situações em que estive envolvido sempre privilegiei o diálogo.
Mesmo nas poucas situações em que foram necessárias posições de força fi-lo sobretudo para apaziguar os ânimos, em função do meu sentido de justiça, muito mais na defesa do outrem do que por causa própria.
Em nenhuma dessas ocasiões saquei de uma lâmina, mesmo em alturas em que tinha duas ou três no bolso, mesmo em ocasiões em que tive lâminas apontadas a mim.
Faço questão de precisar isto antes de qualquer coisa, acima de tudo porque não sou nem nunca fui um “Rambo”, acima de tudo porque de todo não sou nem nunca serei violento.
Precisava de frisar isto para não enganar aqueles que esperavam encontrar neste texto fundamentos para fazer a apologia do uso dos canivetes como arma de ataque, quem estivesse à espera que o fizesse pode parar aqui a sua leitura, não é com certeza a eles que este texto se dirige.
Quem continuar a ler-me, perceberá aqui a necessidade desta precisão, perceberá que é sobretudo o imperativo categórico da não utilização de canivetes como arma de ataque que distingue os homens e mulheres de canivete dos outros, sejam eles belicistas (os que não resistem a dar uma naifada e que só conseguem ver os canivetes como instrumentos para tal) ou pânico/pacifistas (aqueles que assim que vêem uma navalha em cima de uma mesa se alarmam logo e que se põem com conjecturas sobre o que somos, só porque temos uma navalha).
É verdade que cada vez mais os canivetes tem sido associados ao crime, mas se isso acontece é tanto pelos belicistas que o usam, como pelos pânico/pacifistas que com ideias de protecção das crianças, nos canivetes como em tantas outras coisas, os privaram de aprender a usa-los e a viver a vida de uma forma natural, conscientes dos riscos e dos limites.
Quem for realmente um homem ou mulher de canivete, partilhara comigo a minha oposição aos belicistas, pela sua natureza violenta e a minha recusa em ver as peças de cutelaria sobretudo como armas de ataque, partilhara também a minha dificuldade em entender aqueles que são pânico/pacifistas sobretudo porque ainda não consigo perceber a razão das criticas que fazem, e já tenho ouvido tantas, pois quando confrontados com situações em que precisam de uma lamina não tem o mínimo pudor em engolir o que nos disseram e não resistem a pedir-nos a nossa.
Ser homem/mulher de canivete é saber respeitar a lamina, mas acima de tudo o outrem, é sobretudo encarar o canivete como um instrumento utilitário e versátil, nas várias actividades do dia a dia, sendo bastante útil para realizar tarefas mais simples como o descascar de uma maça, ou mais complexas, como soltar-nos de um cinto de segurança bloqueado depois de um acidente ou defender-nos de uma ataque de um animal feroz.
Ser homem/mulher de canivete é partilhar de um legado quase intemporal, beber a essência dos nossos antepassados desde as origens mais remotas, dar valor a toda essa ancestralidade e tradição que marcou a evolução dos instrumentos de cutelaria desde a pré-história das pedras de sílex até aos multi-ferramentas e à graciosidade das falkniven.
Ser mulher e homem de canivete é ter sido criança de canivete, é ter recebido um canivete dos nossos pais ou avós e ter com eles, com a experiencia deles aprendido a brincar com as laminas, ter aprendido a fazer papagaios de papel com elas, ter andado pelos campos e matos com canivetes no bolso a desbravar novos mundos na nossa meninice.
Todos os verdadeiros homens e mulheres de canivete, tenham eles um canivete ou mil começaram assim, com uma prenda dos pais ou avós, um primeiro canivete dado como se de um legado precioso se tratasse, como se mais do que uma dadiva simples fosse um rito de passagem, e em algumas culturas, como em algumas aldeias de Portugal era-o assim de facto.
Foi assim comigo, será assim com os meus filhos, farei assim com os meus netos.
Se bem que no meu caso a dádiva nunca foi bem assumida, pois para não criar grandes confusões, com algumas pessoas que não nos entendiam, o meu avô materno mantinha os canivetes sob alçada dele, mas cada um dos netos tinha o seu preferido e usava-o sempre.
Nunca esquecerei a primeira vez que usei o canivete de que mais gosto, o velhinho OKAPI do meu avô, foi numa vindima quando tinha seis anos, e hoje, quase trinta anos depois ainda o tenho comigo e continua com uma esplêndida capacidade de corte.
Nunca esquecerei também umas férias aos 18 anos num campo de trabalho na serra da Arrábida, a fazer vigilância florestal, em que um velhinho Palaçoulo garfo e faca, adquirido uns anos antes em Guimarães foi fiel companheiro de trabalho até à exaustão, sempre que era preciso, tendo-se superiorizado em algumas tarefas como o corte de galhos e silvas às facas de mato e ao canivete suíço de um amigo meu, tão em voga na altura devido ao MacGyver.
Com a morte do meu avô materno fiquei a pedido da minha avó com os seis canivetes dele, três icel, um Ivo, o okapi e curiosidade das curiosidades um canivetezinho de duas láminas prateado, com uma corrente para prender ao cinto que tinha sido a primeira prenda de natal que eu lhe tinha dado na vida e que comprei numa feira da minha aldeia.
A esses canivetes juntei o palaçoulo de que falei acima e um canivete estilo suíço que aos 19 anos me foi oferecido pelo meu irmão Raul e dei assim inicio àquela que é de todas as colecções que tenho a que mais estimo e que vai já em mais de 200 peças, tendo ao longo destes anos comprado muitos, recebido muitos, graças ao meu irmão Raul, à minha irmã Rita, à minha adorada pequena Ana e à minha madrinha adoptiva Júlia, mas também tido o cuidado de pedir aos familiares mais próximos que me dessem um dos seus canivetes ou facas como recordação deles, para que mais tarde possam vir a ser dados aos meus filhos e netos,
Foi assim com a minha mãe que me deu o canivete que ela usava na bolsa dos lápis, com o meu pai que me deu a faca de mato que ele tinha e que eu cobiçava desde criança.
Foi assim com o meu avó paterno que me deu dois ou três canivetes, entre os quais o primeiro canivete estilo suíço Português que vi e trocou comigo o velhinho palaçoulo que a minha avô ainda usava, e com um tio avó paterno, pessoa a quem muito estimo e que é senhor de vários canivetes que ainda não me atrevi a ver, mas que quando lhe pedi uma recordação dele me deu, sem reticencias e sem que lho tenha pedido especificamente um canivete gravado à época comemorativo das Vitorias do Benfica em 1966.
Foi assim com o meu grande amigo Vitorino, que me deu entre outras magnificas peças uma maravilhosa adaga da primeira guerra e uma velhinha e bela faca ponta e mola.
Posso considerar-me um privilegiado pois ao longo destes anos tenho conseguido algumas relíquias, porque tenho aprendido a ser homem de canivetes com pessoas como o com o Sr. Paixão, que entretanto já faleceu e que tinha uma colecção magnifica, ou com o Carlos Norte, verdadeiro timoneiro destas lides, não só pela maravilha das peças que vende mas pelo amor que tem à cutelaria e pela paciência que tem comigo, mas acima de tudo porque tenho pessoas de quem gosto, pais, avós, tios-avós, irmãos e amigos, que aceitam este viciozinho, alguns a custo e que mo ajudam a alimentar, sendo que alguns deles, com umas ofertazinhas minhas (não há nada que a beleza das peças do Carlos não faça) se vão aos poucos convertendo em homens e mulheres de canivete.
Acima de tudo porque um dia poderei dar aos meus filhos, netos ou sobrinhos, a minha colecção e assim parte de mim, gesto sem o qual continuar a faze-la não teria sentido, não escondendo no entanto que adoro esta sina constante de procurar o canivete ideal que me faz ir trocando de peça de vez em quando, mas isso dava outra história.
Pedro Antunes..
domingo, 11 de janeiro de 2026
Tantojutsu
Tantojutsu
A arte da luta com facas japonesa é uma espécie de "santo graal" entre os praticantes de artes marciais. Eu mesmo já investi uma boa quantia em informações sobre essa subdisciplina esotérica do bujutsu.
Um dos motivos para tanto interesse nessa arte é a sua aparente aplicabilidade às necessidades modernas. Observe ao seu redor na próxima vez que estiver na rua e veja quantas pessoas carregam canivetes presos aos bolsos ou à cintura. Outras artes marciais com facas — Sayoc Kali, escrima, arnis, etc. — de outras partes do mundo ganharam popularidade, mas pouco se sabe sobre as artes japonesas. Isso levou alguns a acreditarem que o tantojutsu é uma arte supersecreta e invencível. Como sempre, há quem se disponha a repassar fraudulentamente os "segredos" de técnicas fictícias. Outros afirmam que o tantojutsu é uma arte desonrosa, inextricavelmente ligada ao submundo da Yakuza japonesa.
A verdade, como de costume, é outra. O tantojutsu certamente existe como parte dos ensinamentos de vários ryu, mas não necessariamente da maneira que muitos não japoneses esperam. Podemos perceber pela arte contemporânea que a habilidade de usar a grande faca de combate era muito importante para os samurais em períodos anteriores da história. Há diversas pinturas, biombos e similares mostrando samurais lutando com invasores mongóis, derrubando-os e finalizando-os com o robusto tanto. Parece até que a faca era a arma preferida nesses confrontos corpo a corpo, mesmo em relação à espada. A chave para a verdade reside nessas evidências nas ações de luta dos guerreiros envolvidos. Em vez de ser uma arte distinta e independente (pense em arco e flecha versus esgrima), muitas técnicas de luta com faca eram ensinadas como um complemento às habilidades de jujutsu. O Takenouchi Ryu, uma das escolas de jujutsu mais antigas, incorpora técnicas de faca e espada curta. Curiosamente, muitas técnicas formais são, na verdade, de natureza defensiva e pressupõem um certo conhecimento do uso da faca. Na verdade, a técnica com faca provavelmente recebia uma breve descrição do professor para que o defensor pudesse aplicar a técnica "correta" para contra-atacar. Muitos praticantes de artes marciais modernas costumam pensar que o "defensor" em um kata específico é o único foco da técnica, mas nas artes marciais tradicionais, ambos os lados têm lições importantes a serem assimiladas pelos participantes. O Bujinkan não possui técnicas específicas de tantojutsu, mas ensina os praticantes a usar facas em conjunto com suas técnicas de combate desarmado. Essa provavelmente era a prática comum ao longo da história. A faca aumenta a eficácia das técnicas de artes marciais e é especialmente útil se usada de forma furtiva em um confronto.
As técnicas de Tanto também eram ensinadas em conjunto com as técnicas de espada. Os espadachins aprendem rapidamente que o segredo de sua arte reside no tempo e na distância, ditados pelo comprimento da lâmina. O Tanto tradicional era uma faca de combate feita especificamente para esse fim, não uma ferramenta, e era considerado a menor espada verdadeira. Portanto, a distinção entre usar a espada e usar a faca não era tão grande para os espadachins. Muitas escolas de espada ensinavam técnicas específicas para espadas curtas, a fim de melhor aproveitar as qualidades únicas do comprimento da lâmina. Muitas escolas ensinam que armas curtas, mesmo facas, são, na verdade, a melhor maneira de se defender de armas longas, como lanças.
Possuo uma gravação em vídeo das técnicas de Tantojutsu da Yanagi Ryu, que parecem ser tão demonstrativas das técnicas gerais de faca quanto qualquer arte marcial pode ser. As técnicas de faca parecem preencher uma lacuna entre o Kenjutsu (espadas) e o jujutsu. As técnicas da Yanagi Ryu também parecem compartilhar um padrão comum. O defensor primeiro usa a faca contra o membro atacante (geralmente nas articulações) e, em seguida, mira em uma área vital. Após uma análise cuidadosa, é possível observar que as áreas vitais do alvo — garganta, rins, artéria subclávia, artéria femoral, tendão de Aquiles, etc. — também estavam expostas através das aberturas na armadura do samurai. Isso é bastante típico das técnicas de artes marciais japonesas, que frequentemente são projetadas para serem usadas contra oponentes com ou sem armadura. Essas características coincidem com algumas outras técnicas de tanto que cataloguei em outras fontes.
Não se trata de que o tantojutsu seja uma arte deliberadamente oculta. Não é que ele não exista. E o tantojutsu não faz parte de uma organização secreta clandestina. Simplesmente, o "tantojutsu" integra diversas tradições de artes marciais japonesas, e não é geralmente uma arte marcial separada e distinta. As informações disponíveis sobre as demais técnicas de tanto são frequentemente ignoradas e mal interpretadas.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
Cocada com rapadura... é mole de fazer essa menina
Cocada com rapadura... é mole de fazer essa menina
Cocada com rapadura
500gr de rapadura
500gr de coco fresco ralado
2 col. (sopa) açúcar
50ml de água
cravo da índia a gosto
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
Japão lança campanha de apoio infantil em meio a recordes de bullying e suicídios
Japão lança campanha de apoio infantil em meio a recordes de bullying e suicídios
O Japão iniciou uma campanha para encorajar crianças a dialogar com adultos sobre seus problemas. A iniciativa surge em um cenário de aumento recorde de casos de bullying, evasão escolar e suicídios entre estudantes
Japão incentiva crianças a buscar ajuda contra problemas (imagem ilustrativa/PM)
O Japão lançou uma campanha para incentivar as crianças a conversar sobre seus problemas com adultos, em um esforço para abordar as crescentes questões de ansiedade, bullying e suicídio.Sob a nova campanha, voluntários da Agência para Crianças e Famílias, um dos órgãos administrativos do Japão, teriam como objetivo criar ambientes onde as crianças pudessem consultar adultos confortavelmente quando estiverem em dificuldades, disseram funcionários da agência.
A campanha foi lançada em meio ao aumento de casos de bullying, evasão escolar e suicídios entre estudantes do ensino fundamental, médio e colegial.Estatísticas preocupantes e primeiras medidas
Um recorde de 527 estudantes do ensino fundamental e médio tiraram a própria vida em 2024, de acordo com dados do Ministério da Saúde, mesmo com a taxa geral de suicídio no Japão tendo diminuído.
O total de casos de bullying relatados em escolas de ensino fundamental, médio e de necessidades especiais no mesmo ano atingiu 769.022, o maior número já registrado e um aumento de cerca de 5% em relação ao ano anterior.
A campanha foi lançada no outono de 2024 com 30 funcionários para diminuir a barreira psicológica ao aconselhamento.Promoção de diálogo e acesso à informação
O grupo criou desenhos e vídeos promovendo a mensagem de que “consultar não é vergonhoso nem sinal de fraqueza” após intercâmbio direto com crianças e organizações que apoiam crianças em todo o Japão, e ouvindo suas opiniões e experiências.
Os desenhos e vídeos foram disponibilizados publicamente no site da Agência para Crianças e Famílias, para que qualquer pessoa possa acessá-los.
“Queremos que eles ganhem experiência em consultar alguém, mesmo que seja um pequeno problema”, disse um funcionário da agência.Atividades de extensão e conscientização comunitária
Em dezembro de 2025, a equipe do projeto realizou uma atividade de extensão em uma partida da Liga Profissional de Futebol do Japão (J League) em Chofu (Tóquio), em cooperação com o FC Tóquio.
Em um estande montado no local, as crianças foram incentivadas a pensar nas pessoas a quem recorrem quando enfrentam problemas.
Elas foram levadas a colocar bolas em caixas rotuladas com figuras familiares como “família” e “professor escolar”. Também lhes foi pedido que considerassem outros adultos a quem poderiam recorrer, incluindo professores escolares e membros da comunidade local.
A atividade foi projetada para reduzir a resistência psicológica das crianças em buscar ajuda, normalizando as conversas sobre preocupações pessoais.
Fonte: The Independent
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Nanakusagayu: o poderoso mingau das 7 ervas para começar o ano com saúde
Nanakusagayu: o poderoso mingau das 7 ervas para começar o ano com saúde
Tradições do Japão, Culinária
Nanakusagayu é um exemplo perfeito de como a culinária japonesa une espiritualidade, sazonalidade e cuidados com a saúde. Tem receita!Foto ilustrativa do mingau tradicional (PM)
No dia 7 de janeiro, o Japão celebra uma tradição milenar: saborear uma tigela do Nanakusagayu (七草がゆ). Mais do que uma refeição, este mingau nutritivo é um ritual para purificar o organismo e atrair longevidadeNesta época, os supermercados japoneses ficam repletos de kits contendo as sete ervas típicas da transição do inverno para a primavera. Para encontrar, basta procurar pela embalagem com os ideogramas 七草 (lê-se nanakusa).Conheça as 7 ervas e suas propriedades
Cada ingrediente tem um propósito específico para o seu bem-estar:
Seri (Salsa japonesa): Eleva a temperatura corporal, auxilia o fígado e ajuda a reduzir o colesterol. Rica em vitaminas B2, C e cálcio.
Nazuna (bolsa-de-pastor): Utilizada na medicina tradicional para baixar a febre, tem efeito diurético e auxilia a saúde feminina.
Hahakogusa (jersey cudweed): Erva muito popular na Ásia, usada para fortalecer o organismo e em receitas tradicionais como o kusamochi.
Hakobera (morugem): No Japão, é valorizada por suas propriedades medicinais contra artrite, bronquite e reumatismo.
Hotokenoza (koonitabirako): Conhecida cientificamente como Youngia japonica, é essencial para o equilíbrio da receita.
Suzuna (nabo redondo): Suas folhas são ricas em vitaminas A, C e fibras, enquanto a raiz atua como um purificador do sangue e anti-inflamatório.
Suzushiro (nabo daikon): Excelente para combater a tosse e fortalecer ossos, unhas e dentes, graças ao alto teor de cálcio e potássio.Por que servir o Nanakusagayu?
Embora a origem do Nanakusagayu seja chinesa, o costume se consolidou no Japão desde a Era Heian. O objetivo é duplo: espiritual, para afastar infortúnios e desejar vida longa; e fisiológico, para dar um descanso merecido ao sistema digestivo após os excessos de comida e bebida das festas de Ano Novo. É a maneira perfeita de “encerrar” o modo festivo e iniciar o ano com energia renovada.10 benefícios do Nanakusagayu
Pele: Ganha mais brilho e viço.
Energia: Aumento imediato da disposição.
Longevidade: Nutrientes que protegem as células.
Conforto: Sensação de saciedade sem peso.
Desintoxicação: Melhora do sistema urinário.
Digestão: Combate a azia e o mal-estar gástrico.
Imunidade: Ajuda na prevenção de gripes.
Nutrição: Alimento completo que afasta a fome.
Hidratação: Repõe os líquidos do corpo.
Intestino: As fibras ajudam a combater a prisão de ventre.
Receita de Nanakusagayu
(para 4 pessoas)
Imagem ilustrativa (IA)
Ingredientes:
1 copo de arroz branco
1 kit de nanakusa (as 7 ervas)
1 ½ colher (chá) de sal (marinho ou do Himalaia)
Gergelim preto e branco a gosto
900 ml de água
Modo de Preparo:
Lave o arroz normalmente.
Em uma panela (preferencialmente de barro ou cerâmica), coloque o arroz e a água. Leve ao fogo alto.
Assim que ferver, abaixe o fogo para o mínimo e cozinhe por 30 a 40 minutos. Se começar a derramar, deixe a tampa levemente entreaberta.
Enquanto o arroz cozinha, ferva água em outra panela. Mergulhe as ervas rapidamente (branqueamento), retire e corte-as em pedaços pequenos.
Faltando 5 minutos para o fim do cozimento do arroz, adicione o sal e as ervas picadas. Mexa delicadamente.
Desligue o fogo e deixe descansar por um minuto.
Dica de ouro: Se desejar um toque extra, finalize com um fio de azeite de oliva e o gergelim sobre o Nanakusagayu.
Bom apetite e muita saúde no seu Ano Novo!
🎥
Assista ao vídeo desta notícia
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ORAÇÃO PODEROSA PARA RECEBER UM MILAGRE Ó DEUS MILAGROSO, QUANDO LEMBRO DOS TEUS FEITOS, NASCE UMA FÉ EM MEU INTERIOR, POIS SEI QUE ÉS UM ...
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