sábado, 31 de janeiro de 2026

Quando as máquinas “alucinam”:

 Quando as máquinas “alucinam”:



O que a Inteligência Artificial pode — e não pode — fazer por nós!

Vivemos uma época paradoxal. Nunca tivemos tanto acesso à informação e, ao mesmo tempo, nunca foi tão fácil sermos enganados por respostas que parecem certas, mas não o são!


A chamada “alucinação” da Inteligência Artificial (IA) é um dos fenómenos mais relevantes — e menos compreendidos — do nosso tempo. Importa explicá-lo com clareza, porque dele dependem decisões no ensino, na justiça, na saúde, na comunicação social e na vida quotidiana.


O que significa uma IA “alucinar”?

Quando se diz que uma IA alucina, não se está a falar de delírio, imaginação ou consciência — como acontece nos seres humanos. Trata-se de algo muito mais simples e, por isso mesmo, mais perigoso.

Uma IA alucina quando:

• fornece informação falsa ou inventada,

• com linguagem fluente e segura,

• sem indicar que não tem certeza do que afirma.

O problema não está na forma da resposta, mas no seu conteúdo. A resposta soa correta, mas não corresponde à realidade.


Porque acontece isto?

As IAs atuais não sabem factos nem verificam a realidade. Funcionam por cálculo estatístico: analisam grandes quantidades de texto e aprendem quais as palavras que costumam surgir juntas.

Em termos simples, a IA não pergunta:

“Isto é verdade?”

Ela pergunta:

“O que costuma vir a seguir numa frase como esta?”

Quando falta informação clara, quando a pergunta é ambígua ou quando o contexto é demasiado amplo, a IA tende a preencher lacunas com algo plausível. É aqui que nasce a alucinação.

Não há intenção de enganar. Há apenas ausência de ancoragem no real.


O erro está só na tecnologia?

Não. Uma parte significativa do problema está na forma como nós, humanos, usamos a tecnologia.

Projetamos na IA capacidades que ela não tem:

• compreensão,

• juízo,

• consciência,

• responsabilidade.

Falamos com a máquina como se fosse um especialista ou uma autoridade. Mas a IA simula linguagem, não conhecimento. Ela não tem experiência do mundo, não sofre consequências e não distingue verdade de plausibilidade.


Inteligência não é consciência!

Aqui reside a distinção fundamental que o debate público raramente faz.

• A IA calcula

• O ser humano compreende

A consciência humana inclui dúvida, hesitação, sentido ético e responsabilidade. A IA, pelo contrário, tende a avançar sempre com uma resposta, mesmo quando não sabe.

Paradoxalmente, a IA alucina porque é demasiado coerente. Onde o humano diria “não sei”, a máquina continua.


Um novo risco: confiar sem questionar

O verdadeiro perigo não é a existência de erros — errar é humano e técnico.

O perigo é a confiança acrítica.

Quando respostas geradas por IA são usadas:

• em trabalhos escolares,

• em decisões administrativas,

• em textos jornalísticos,

• em pareceres técnicos,

sem validação humana, o erro deixa de ser individual e passa a ser sistémico.


Tecnologia ao serviço da consciência, não no seu lugar

A Inteligência Artificial pode ser uma ferramenta extraordinária:

• para organizar informação,

• para apoiar análises,

• para acelerar processos.

Mas não pode substituir a consciência humana, nem deve ser tratada como fonte última de verdade.

Quanto mais avançada é a tecnologia, maior deve ser a responsabilidade humana — não menor.


Uma questão de cidadania:

Saber que a IA pode alucinar não é um detalhe técnico. É uma questão de literacia cívica.

Usar bem estas ferramentas exige:

• espírito crítico,

• verificação,

• humildade intelectual,

• e consciência dos limites da máquina.

O futuro não pertence às máquinas que calculam melhor, mas às sociedades que sabem decidir melhor.


 Jacinto Alves, escritor e investigador em Ciência Informacional.


ECLETA - ACADEMIA DE ESTUDOS ECLÉTICOS DE PORTUGAL.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Final do BAKUFU

 


Final do BAKUFU


bakufu foi abolido, e o poder governamental foi devolvido ao Imperador neste dia, 3 de janeiro de 1868. Ele também sinalizou o início da Guerra Boshin.

As forças imperiais foram apoiadas por anti Tokugawa Satsuma (dia moderno Kagoshima) e províncias de Choshu (Prefeitura de Yamaguchi). Choshu eram descendentes do senhor da guerra grande, Mori Motonari. Após a batalha de Sekigahara em 1600, apesar da promessa de Mori não para combater os Tokugawa em troca da manutenção de suas terras, os Tokugawa reduziu suas explorações no 1.200.000 apenas 360.000 koku (montante calculado em arroz, um koku, sendo a quantidade necessária para alimentar um homem por um ano) e remoção de suas terras ancestrais em Hiroshima para longe Choshu. A região permaneceu um sentimento anti de Tokugawa durante todo o período de Edo. A Satsuma eram os domínios de clã Shimazu, outro clã que tinha tomado o partido contra os Tokugawa na batalha decisiva de Sekigahara.

O xogunato Tokugawa tinha deixado de operar desde setembro de 1867. Com o final oficial, uma guerra civil eclodiu neste dia, em 1868, que durou até 18 de maio de 1869 e foi travada entre os samurais remanescentes leais ao xogunato e aqueles em apoio da corte Imperial. Cerca de 120.000 homens foram mobilizados, e 3.500 mortos. Possivelmente devido ao UXO números de baixas, tem sido lembrado como uma "revolução sem derramamento de sangue" nos livros de história japonesa. Aliás, hoje é também o aniversário de um dos homens responsáveis por trazer essa grande mudança na política japonesa, Sakamoto Ryoma, assassinado antes que ele pudesse ver os resultados.

Lao-Tsé

 'A Sabedoria da Não-Violência'

"A vida verdadeira é como a água:

Em silêncio se adapta ao nível inferior

Que os homens desprezam.

Não se opõe a nada,

Serve a tudo.

Não exige nada,

Porque sua origem é da fonte imortal.

O homem realizado não tem desejos de dentro,

Nem tem exigências de fora.

Ele é prestativo em se dar

E sincero em falar,

Suave no conduzir,

Poderoso no agir.

Age com serenidade.

Por isto é incontaminável.”


Lao-Tsé  - 



terça-feira, 27 de janeiro de 2026

🚨 DESMASCARANDO OS FALSOS PROFETAS DO CRISTIANISMO FALSO

 🚨 DESMASCARANDO OS FALSOS PROFETAS DO CRISTIANISMO FALSO: AGENTES DO DEMIURGO! 🚨Irmãos e irmãs despertos, chega de ilusão! Esses "profetas" do falso cristianismo, servos do Demiurgo – o falso deus criador das religiões organizadas –, exploram o povo com o DÍZIMO, enchendo os bolsos como parasitas espirituais. Eles não pregam o Cristo verdadeiro, mas o controle do Arconte tirano!No Antigo Testamento manipulado: O dízimo era só para a tribo de Levi, sem terra (Números 18:21) – 10% de COLHEITAS ou REBANHOS, uma vez por ano, não dinheiro semanal para palácios de luxo! Parte ia para pobres e viúvas (Deuteronômio 14:28-29).Jesus, o Logos gnóstico, elogiou a viúva que deu livremente (Marcos 12:41-44), mas denunciou os hipócritas que "devoram as CASAS de viúvas com preceitos longos" (Marcos 12:40).No Novo Testamento autêntico? NADA de dízimo obrigatório! Paulo revela: "Cada um dê como propôs no coração, não por constrangimento" (2 Coríntios 9:7). Esses profetas do Demiurgo torcem Malaquias 3:10 para aterrorizar com maldições falsas, ignorando o contexto levítico!Hoje, com impostos devorando 50%+ da renda, eles ainda sugam 10% dos bens das viúvas, vivendo em luxo enquanto o povo sofre. São LOBOS do Demiurgo (Mateus 7:15), vendendo salvação por dinheiro, escravos do Arquiteto do mundo material!Desperte para a gnose verdadeira: Doe por amor livre, sem senhores falsos. O verdadeiro Deus é o Pleroma, não esse demiurgo explorador!Texto criado por Manoel O Pelegrino  Compartilhe para libertar mentes! 👊#FalsosProfetas #DemiurgoExposto #GnoseDesperta #DizimoFarsa #CristianismoAutentico



O Shiatsu e o Kenjutsu

 

O Shiatsu e o Kenjutsu





Retalhos de observações de ambos conhecimentos nipônicos.


Conceitos semelhantes :


- A não intenção de sentimentos,  sem manifestação dos egos,   ( o não pensar / Zanzen / Mokussso)

- Movimentos certeiros , sem interrupção  ou pausas.

- A presença do "Kamae" dentro do shiatsu tradicional.

- A importancia da respiração na aplicação ; o uso energetico ("ki").

- A visualização da energia que sai do Hara/ tendai , presença do ki.

- Suavidade e firmeza. Eliminar  insegurança na aplicação ou golpe.



• A importância do estudo corporal continuo  com suas "variações" para compreender aplicação de  elementos adicionais na apliacação.

• Prática/treino para a fluidez do movimentação.

• Existe um "Maai" dentro do shiatsu (distância de segurança)

• "Kuzushi"dentro do shiatsu ( desequilibrio para quebrar bloqueios e resistências)


• Principios /fundamentos religiosos

Shiatsu = Kuan Jin



segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

RELIGIÃO X ESPIRITUALIDADE

 RELIGIÃO  X ESPIRITUALIDADE


Religiosidade é a prática religiosa baseada em rituais, tradições e dogmas e na existência de uma autoridade externa, com poder para indicar o que fazer. Pode ser um padre, um pastor, um rabino, o Papa, um reverendo, uma madre, um mestre e com base em uma escritura sagrada na qual a religião se baseia, que propõem levar os seguidores a um relacionamento adequado com um Ser Superior ou com divindades.


Todas as religiões possuem um conjunto de símbolos que remetem ou são alvos de reverência e respeito. Esses símbolos estão ligados a rituais ou cerimônias, dos quais a comunidade de fiéis participa ativamente. Isso quer dizer que, em toda religião, existem objetos ou ideias simbólicas que representam algo a ser reverenciado e admirado.


Quanto aos rituais, eles podem ser diversos, cada um com um significado específico. As rezas, as canções, a abstinência de algum tipo de comida ou o jejum, por exemplo, são rituais que carregam significado atrelado à crença religiosa do grupo. Esses rituais fazem parte da identidade religiosa e da construção da religiosidade dos fiéis.


Espiritualidade é pluralidade, abre o foco

Já a espiritualidade consiste na busca pela essência ou pelo propósito nela existente, e tem o foco no mundo espiritual e não nas coisas terrenas, materiais ou físicas. 


A espiritualidade é entendida como algo inato ao ser humano. Mesmo quem não acredita na Criação e acredita em energias vibracionais, identifica essa espiritualidade intrínseca, essa conexão a algo maior.


O acesso à espiritualidade interior só é conseguido por meio do autoconhecimento, com o olhar para dentro, com o confrontar-se e silenciar-se para obter essa ligação. Há várias técnicas para essa finalidade, como a meditação e as terapias alternativas. O que se pretende é expandir a consciência para se conectar ao sagrado que há em nós a fim de receber as mensagens que ele nos envia pela intuição, por meio de insights e pela imaginação, acessando a centelha divina.


A espiritualidade é algo diferente, que realmente produz transformações na vida de quem busca, tornando-o um ser humano melhor. Ela vem de dentro de nós. É algo que flui do nosso ser e nos traz paz, harmonia e equilíbrio. Nos traz serenidade, nos ensina a respeitar aos outros e a tolerar as diferenças. Quanto mais espiritualizados estivermos, mais tolerantes, compassivos, menos julgadores e disputadores uns com os outros seremos. 


As diferenças na prática

O espiritualista tende a ser mais pessoal e privado; o religioso tende a incorporar os ritos e a oração públicos, assim como corresponder publicamente a uma verdade dogmática ou teológica.


A religião diz que se deve seguir uma ideologia e obedecer a certas regras. A espiritualidade permite que você siga o seu coração. O que você sente está certo. 


A religião lhe diz no que se deve acreditar. O que é certo e o que é errado.  A espiritualidade permite que você descubra isso por si mesmo e compreenda a suas próprias verdades de modo criativo e original.


A espiritualidade mostra que você não precisa ou não depende de nada para ser feliz. A felicidade existe no íntimo de cada um e nós.



domingo, 25 de janeiro de 2026

Exibição de cabeças cortadas

 Exibição de cabeças cortadas



Para um samurai, a cabeça de um inimigo era a prova de um dever cumprido. Depois de uma batalha, as cabeças de seus rivais mortos eram coletadas e apresentadas aos senhores daimyo, que desfrutavam de uma cerimônia muito relaxante de visualização de cabeças para celebrar suas vitórias. As cabeças eram ainda lavadas, tinham os cabelos penteados e dentes escurecidos, o que era um sinal de nobreza. Cada cabeça era então disposta em um pequeno suporte de madeira e etiquetada com os nomes da vítima e do assassino.


Se não houvesse tempo, uma cerimônia apressada poderia ser organizada sobre folhas de certas plantas para absorver o sangue das vítimas. No entanto, certa vez, o feitiço virou contra o feiticeiro e um daimyo perdeu a sua própria cabeça em uma dessas cerimônias. Depois de tomar duas fortalezas de Oda Nobunaga, o daimyo Imagawa Yoshimoto interrompeu sua marcha para uma cerimônia de visualização de cabeças com direito a performance musical.


Infelizmente, para Yoshimoto, outra parte restante do exército Nobunaga avançou para um ataque surpresa, quando as cabeças de seus colegas estavam sendo preparadas. Eles atacaram e conseguiram a cabeça Yoshimoto, que depois se tornou a peça central para a cerimônia que ele havia preparado para o seu próprio inimigo.


Nessa de cortar a cabeça dos outros para exibição, existiam alguns samurais espertinhos que tentavam enganar seus senhores daimyo. Alguns diziam que a cabeça de um soldado comum de infantaria era a de um grande guerreiro e esperava que ninguém percebesse a diferença.


E com uma cabeça caçada, muitos pegavam uma recompensa e abandonavam as batalhas. Isso então acabou se tornando um problema e alguns daimyos passaram a proibir a prática para seus homens se concentrarem apenas na vitória, em vez de serem pagos por cabeças.




sábado, 24 de janeiro de 2026

Shimenawa 注連縄

 


Shimenawa 注連縄

 Lugares sagrados são tipicamente marcados com um shimenawa (corda trançada especial) e shime (tiras de papel branco). Colocado nas entradas de lugares sagrados para afastar espíritos malignos, ou colocado ao redor de árvores/objetos para indicar a presença de kami. Feita de palha de arroz ou cânhamo, a corda é chamada nawa 縄. Os pedaços de papel branco que são cortados em tiras e pendurados nessas cordas (frequentemente pendurados em cordas em portões Torii também) são chamados shime 注連 ou gohei ; eles simbolizam a pureza na fé Shintō.



Comerciantes e empresas, assim como indivíduos privados, frequentemente penduram o shimenawa em suas portas da frente em épocas especiais do ano. Também é comum ver o Tamagushi 玉ぐし, um raminho de Cleyera orchnacca com tiras de papel branco anexadas (chamadas de "shide") usado por sacerdotes Shintō em cerimônias.


  A origem do shimenawa pode ser explicada por duas lendas: 

1- A deusa do sol Amaterasu escondeu-se numa caverna após uma briga com o seu irmão Susanoo, mergulhando o mundo na escuridão. Para a convencer a sair, os outros deuses penduraram uma corda sagrada chamada ama-no-nuboko à entrada da caverna, simbolizando o seu fecho.

2- O kami Susanoo instruiu as pessoas a pendurarem cordas ao longo das estradas para afastar a doença.


sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

A GRONELÂNDIA NÃO É UM TERRITÓRIO: É UM LIMIAR!

 A GRONELÂNDIA NÃO É UM TERRITÓRIO: É UM LIMIAR!



A Gronelândia reaparece ciclicamente no discurso geopolítico como “objeto estratégico”, “ativo mineral”, “fronteira militar” ou “posição avançada”. Essa leitura é curta, perigosa e arcaica!


À luz da CIC – Consciência Informacional do Cosmos, a questão da Gronelândia não é política, não é militar, não é económica!

É científica, civilizacional e planetária.

A política tenta apropriar-se da Gronelândia.

A ciência começa a compreendê-la.

A civilização ainda não a honrou!


I. A GRONELÂNDIA COMO ARQUIVO VIVO DO PLANETA

A Gronelândia não é apenas gelo.

É:

• Arquivo climático da Terra

• Sensor avançado do sistema planetário

• Memória congelada de ciclos civilizacionais

• Interface entre atmosfera, oceanos e campo magnético

• Laboratório natural da evolução futura do planeta!


Quem disputa a Gronelândia como território não compreende o que ela é!

Quem a vê como base militar antecipa conflitos, não soluções.

Quem a explora como reserva económica acelera a própria extinção!


II. A LEITURA À LUZ DA CIC: (Ciência Informacional do Cosmos)


Segundo a CIC, a Terra não é apenas um corpo físico, mas um sistema informacional consciente, onde certos territórios funcionam como nódulos sensíveis do Campo Informacional Planetário!


A Gronelândia é um desses nódulos!

Alterar violentamente esse território é o equivalente a intervir num órgão vital do planeta, sem compreender a sua função sistémica.

Por isso, nenhuma solução política é suficiente, porque:

• A política é reativa

• A ciência é preditiva

• A civilização deve ser protetora


III. O ERRO DAS GRANDES POTÊNCIAS!

Os EUA — e qualquer outra potência — ao projetarem sobre a Gronelândia uma lógica de domínio:

• Repetem o erro colonial do século XIX

• Ignoram a ciência do século XXI

• Sabotam a civilização do século XXII

A Gronelândia não deve ser “defendida” por armas,

mas guardada por conhecimento!


IV. O PRECEDENTE HISTÓRICO: O TRATADO DE TORDESILHAS

Aqui emerge um ponto deliberadamente provocador e civilizacional.

O Tratado de Tordesilhas (1494) não foi apenas um acordo político entre Portugal e Espanha.

Foi — ainda que de forma rudimentar — uma tentativa de ordenação global, num mundo que começava a tornar-se planetário! Hoje, o mundo voltou a esse ponto crítico.

Mas agora:

• O planeta é conhecido

• O clima é frágil

• A tecnologia é perigosa

• A consciência ainda é insuficiente!

Portugal e Espanha, enquanto nações fundadoras da primeira globalização, têm legitimidade histórica, ética e simbólica para:

• Defender a despolitização da Gronelândia

• Propor um Estatuto Científico-Civilizacional Internacional

• Relembrar ao mundo que o planeta não é propriedade, é responsabilidade!

Não como império.

Mas como consciência histórica!


V. PROPOSTA CIVILIZACIONAL

Este manifesto propõe:

1. Retirada da Gronelândia da lógica de disputa geopolítica

2. Reconhecimento da Gronelândia como Património Científico Planetário

3. Gestão internacional científica, não militar

4. Moratória absoluta de exploração predatória

5. Criação de um Conselho Civilizacional do Ártico, composto por cientistas, climatólogos, filósofos da ciência e representantes dos povos originários

6. Portugal e Espanha como proponentes simbólicos, não dominadores, retomando o espírito — corrigido e amadurecido — de Tordesilhas!


VI. DECLARAÇÃO FINAL.


A Gronelândia não pertence aos EUA.

Não pertence à Europa.

Não pertence ao mercado.

Não pertence às armas.

Pertence ao futuro da Humanidade.

Se falharmos aqui, falharemos em Marte, na Lua e em nós próprios!

A civilização que transformar a Gronelândia num campo de disputa

não merece sobreviver ao século!


A civilização que a reconhecer como órgão vivo do planeta

dará o primeiro passo para se tornar uma civilização adulta.


Jacinto Alves, escritor e investigador em CI – Ciência Informacional)


ECLETA - ACADEMIA DE ESTUDOS ECLÉTICOS DE PORTUGAL.

Imagem gerada pela INI - Inteligência Natural Informacional.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Japão endurece leis e suspende carteiras de habilitação de ciclistas flagrados embriagados

 Japão endurece leis e suspende carteiras de habilitação de ciclistas flagrados embriagados


Cerca de 900 pessoas no Japão tiveram suas carteiras de habilitação suspensas por terem sido flagradas andando de bicicleta sob efeito de álcool.

A polícia japonesa suspendeu as carteiras de habilitação de quase 900 ciclistas flagrados conduzindo bicicletas sob efeito de álcool, segundo informações divulgadas pela mídia local.


As autoridades avaliaram que os infratores representavam risco significativo caso também estivessem dirigindo automóveis.

Endurecimento da legislação impulsiona aumento de punições

Entre janeiro e setembro de 2025, o número de suspensões cresceu de forma expressiva em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O aumento está diretamente relacionado à entrada em vigor de leis de trânsito mais rigorosas, que passaram a tratar infrações cometidas por ciclistas com maior severidade.

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As mudanças legais refletem uma revisão ampla das normas de circulação no país, diante do crescimento do uso da bicicleta como meio de transporte urbano.

Prisão e multa para quem pedala alcoolizado

Desde novembro de 2024, pedalar sob influência de álcool passou a ser crime no Japão. A infração pode resultar em até três anos de prisão ou em multa de até 500 mil ienes (cerca de 17.000 reais).

Além disso, o limite de álcool permitido foi reduzido. Ciclistas podem ser penalizados se o teste de bafômetro indicar 0,15 miligramas por litro ou mais, independentemente de demonstrarem dificuldade para conduzir a bicicleta.

Responsabilidade também para quem incentiva a infração

As novas regras ampliaram a responsabilização para terceiros. Pessoas que oferecem bebidas alcoólicas a ciclistas ou cedem bicicletas a alguém visivelmente embriagado também podem ser punidas pelas autoridades.

“Pedalar alcoolizado pode causar acidentes graves”, afirmou um policial ao jornal Yomiuri Shimbun. “Esperamos que todos respeitem a regra básica: não beber e dirigir.”

Dados revelam aumento preocupante de infrações e acidentes

Entre novembro de 2024 e junho de 2025, mais de 4.500 pessoas foram flagradas andando de bicicleta sob efeito de álcool em todo o país, segundo dados da polícia.

O endurecimento da fiscalização ocorre em um contexto de crescimento dos acidentes envolvendo ciclistas. Em 2023, foram registrados mais de 72 mil acidentes com bicicletas, o que representa mais de 20% de todos os acidentes de trânsito no Japão.


O uso da bicicleta aumentou significativamente durante a pandemia, impulsionado por restrições ao transporte público e pela busca por alternativas individuais de locomoção.

Esse crescimento, no entanto, também expôs lacunas na segurança viária e na adaptação das regras de trânsito.

Tradição do álcool entra em choque com novas regras

No Japão, o consumo de álcool é historicamente visto como um facilitador social, presente em reuniões de negócios e discussões delicadas, geralmente acompanhadas por cerveja ou saquê. Acredita-se que a bebida cria um ambiente mais descontraído para o diálogo — um hábito cultural que agora entra em conflito com normas mais rígidas de trânsito.

Novas multas para infrações menores entram em vigor em abril

A partir de abril do próximo ano, ciclistas também passarão a ser multados por infrações consideradas menores, como andar segurando guarda-chuva, usar o celular enquanto pedala, ignorar semáforos e circular à noite sem iluminação adequada.

As autoridades afirmam que as medidas visam reduzir acidentes e reforçar a ideia de que a bicicleta, embora simples, é um veículo sujeito às mesmas responsabilidades no trânsito.

Fonte: bbc.com

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Mingau de aveia com coco

 Mingau de aveia com coco



A-há! Não é sopa! Mas é mingau! Algo que eu odiei a infância inteira e só aprendi a gostar depois de grande muito bem-vindo no café da tarde de um dia frio.



Sim, tem um gato dormindo ali.


Você vai precisar de:

300 ml de leite desnatado

2 colheres (sopa) de farinha de aveia

1 colher (sopa) rasa de aveia em flocos

1 colher (sopa) de coco seco em flocos

Noz-moscada ralada na hora (opcional)

Adoçante a gosto


Como proceder:

Para o mingau ficar pronto mais rápido, utilize uma frigideira: ela distribui melhor o calor e em menos tempo seu mingau já estará fervendo.

Misture todos os ingredientes (menos o adoçante) com o leite ainda frio na panela. Dissolva bem os pelotinhos de aveia.

Ligue o fogo alto e cozinhe sempre mexendo, até começar a formas bolhas. Abaixe o fogo pro mínimo, e continue mexendo sem parar até que o mingau esteja com a consistência que você quer.

Desligue o fogo, adoce a gosto e misture bem (se você não misturar BEM mesmo, algumas partes vão ficar doces e outras não).

Se quiser, polvilhe canela em pó na hora de servir.


Dica:

Se você sentir falta de uma corzinha ou estiver com vontade de comer algo com chocolate, adicione também 1 colher de chá de cacau em pó!


Rende:

Duas porções de uns 160 ml cada.


"A Revelação, tal como encontrada em sua Bíblia, inclui muitos desenvolvimentos progressivos do conhecimento de Deus que são, em si mesmos, irreconciliáveis até nos seus mínimos detalhes.

 "A Revelação, tal como encontrada em sua Bíblia, inclui muitos desenvolvimentos progressivos do conhecimento de Deus que são, em si mesmos, irreconciliáveis até nos seus mínimos detalhes. Além disso, contém uma grande quantidade de erro humano que foi filtrado através do meio. Só se pode chegar à verdade julgando a tendência geral. As opiniões privadas, selecionadas sem referência ao corpo de ensino, nada mais são do que os sentimentos do indivíduo, valiosos como expressão de sua mente, mas de forma alguma vinculativa como a fé. Imaginar que uma opinião expressa há muitos séculos tem força vinculativa eterna é uma mera loucura. De facto, todas essas opiniões são contraditórias em si mesmas e contradizem-se com outras opiniões opostas contidas no mesmo volume.


Sem dúvida, era uma crença comum, na época em que muitos dos escritores de livros da Bíblia compuseram os tratados que vocês chamam inspirados, que Jesus era Deus, e se lançam duras denúncias contra quem nega este dogma. Sem dúvida, eles também acreditavam que Ele, de forma misteriosa, voltaria nas nuvens para julgar o mundo. Eles erraram em ambas as crenças – passaram pelo menos mais de 1800 anos desde a primeira, e o retorno ainda não aconteceu. Então, poderíamos insistir no argumento se necessário.


O que queremos incutir-lhes é isto: devem julgar as Revelações de Deus pela luz que lhes é dada: em conjunto, não pelos ditados dos seus pregadores; pelo espírito e pela tendência geral, não pela fraseologia estrita. Devem julgar-nos a nós e ao nosso ensino, não pela sua conformidade com nenhuma declaração feita por nenhum homem em nenhum momento específico, mas pela adequação e adaptabilidade geral do nosso credo às suas necessidades, à sua relação com Deus e ao progresso do seu espírito. "


William Stainton Moses, Ensinamentos Espíritas



Zatoichi (O samurai cego)



Zatoichi (O samurai cego)

 Zatoichi (O samurai cego)




Fotos:Google

Zatoichi, o samurai cego.

Confesso que estou entusiasmado, e quero compartilhar meu entusiasmo fazendo uma resenha de Zatoichi.

Como cinéfilo desiludido com o cinema feito nos últimos anos, encontrei em Zatoichi uma espécie de retorno aos áureos tempos de Kurosawa, Kobaiashi e outros.

Sou, sim, um fã do cinema que há muito tempo não vai ao cinema. Os cinemas viraram igrejas ou lojas de departamento. Também, pudera, os filmes eram muito ruins.

Eu costumava freqüentar antigamente a cinemateca do MAM, o cinema Um, o cinema Paissandu. São rolos passados que não voltam mais. Uma vez assisti as três partes de “Guerra e Humanidade”, no MAM, uma atrás da outra. Fiquei nove horas e meia vendo puro cinema japonês, eu e mais alguns malucos.
Quando o filme é bom dá para agüentar.

Veja Zatoichi. É muito bom, está passando presentemente na televisão fechada, cine MAX, que são filmes da Miramax, uma companhia que pertence a Disney e que passa filmes que poderiam comprometer a imagem de pureza dos filmes Disney.

Deve-se dizer que é a terceira vez que Zatoichi é filmado, além da série de televisão já produzida no Japão. Zatoichi é uma espécie de super-herói japonês, um samurai cego que distribui a justiça para o povo simples e trabalhador, em fins do século XIX.

 De cara o simbolismo da justiça que é cega. Como em Yojimbo (O Guarda Costas), a cidade está dominada por duas gangs que exploram os trabalhadores exigindo pagamento para proteção (alguma semelhança com uma certa cidade do Brasil?). Como em “Os Sete Samurais” o povo clama por ajuda contra os piratas de seu trabalho, os bandidos que exterminaram famílias no passado.

E Zatoichi administra a justiça com a sua espada-bengala, apesar de ser cego.

As pequenas histórias individuais vão se entrecruzando quando entram em contato com Zatoichi. Uma verdureira explorada por uma gang abriga Zatoichi em sua casa. Duas irmãs gueixas graciosas caçam os assassinos de sua família. Uma das gueixas é um travesti que fascina os homens. Em flash-back vemos ele(a) sendo seduzida, numa cena sutil de pedofilia não explícita.

As lutas de espada, em Zatoichi se dão segundo a tradição do Kendô, e segundo o diretor, os únicos efeitos especiais digitalizados nas cenas de espada são os esguichos de sangue, bastante estilizados, que devem ser semelhantes ao sangue que aparece em videogames.

A música é excelente, genuinamente japonesa, a cenografia, como sempre no Japão é primorosa, vestuário e maquiagem de primeira.

Mas o melhor, o mais sensacional são as cenas coreografadas de Zatoichi, grande filme de 2003. Cenas de trabalho, onde aparecem três ou quatro homens trabalhando com enxadas, ou um grupo de trabalhadores construindo uma casa, ou plantando arroz, ou ensaiando uma dança. São cenas fantásticas sincronizadas com a música fortemente japonesa, culminando com o bailado final de todo o povo, com um sapateado de tirar o fôlego (segundo o diretor não imita Hollywood, mas vem do teatro Kabuqui- será?), uma grande celebração do trabalho grupal, comemorando o fim dos bandidos que os exploravam (parecido nesse ponto com os Sete samurais). A violência das lutas é secundária; o autor colocou “sangue espirrando como se fosse num videogame, palavras dele”.

Ficha Técnica
Título Original: Zatoichi
Gênero: Ação
Tempo de Duração: 115 minutos
Ano de Lançamento (Japão): 2003
Site Oficial: www.justice-is-blind.com
Estúdio: Office Kitano / Tokyo FM Broadcastig Co. Ltd. / Bandai Visual Co. Ltd. / Asahi National Broadcasting Company / Dentsu Inc. / Saitô Entertainment
Distribuição: Miramax Films / Buena Vista International / Bac Films
Direção: Takeshi Kitano
Roteiro: Takeshi Kitano, baseado em conto de Kan Shimozawa
Produção: Masayuki Mori
Música: Keiichi Suzuki
Fotografia: Katsumi Yanagishima
Desenho de Produção: Norihiro Isoda
Figurino: Yohji Yamamoto
Edição: Takeshi Kitano e Yoshinori Oota


 Elenco
Takeshi Kitano (Zatoichi / Ichi)
Michiyo Ookusu (Tia O-Ume)
Gadarukanaru Taka (Shinkichi)
Daigorô Tachibana (Geisha O-Sei)
Yuuko Daike (Geisha O-Kinu)
Tadanobu Asano (Gennosuke Hattori)
Yui Natsukawa (O-Shino)
Ittoku Kishibe (Ginzo)
Saburo Ishikura (Chefe Ogi)
Kohji Miura (Lorde Sakai)

 Sinopse
Japão, século 19. Zatoichi (Takeshi Kitano) é um andarilho cego que sobrevive como massagista e jogador de dados, mas por trás de sua aparência humilde esconde-se um espadachim de raro talento. Numa de suas andanças ele chega a uma aldeia dominada pelo sanguinário bandoleiro Ginzo (Ittoku Kishibe), que, com a ajuda do samurai Hattori (Tadanobu Assano), seu capanga, elimina quem se oponha a seus objetivos. O embate entre Zatoichi e a quadrilha de Ginzo torna-se inevitável quando o cego conhece duas gueixas que desejam vingar a morte dos pais.

- Recebeu uma indicação ao European Film Awards de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o Prêmio do Público e o de Melhor Diretor, no Festival de Veneza.
- Ganhou o Prêmio do Público, no Festival de Toronto.
- Ganhou 3 prêmios no Festival de Sitges, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Filme - Voto Popular e Melhor Trilha Sonora.

Mais detalhes em: http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/zatoichi/zatoichi.htm



Jacques Levin

Enviado por Jacques Levin em 25/03/2007
Reeditado em 26/03/2007
Código do texto: T425657

Fonte:https://www.recantodasletras.com.br/resenhasdefilmes/425657

Energia vital

 


Energia vital


 A denominação para essa energia varia de acordo com o país ou cultura a qual ela tornou-se alvo de estudos. Podemos citar:
  • ·         Polinésia: Mana
  • ·         Índia: Prana
  • ·         Países Islâmicos: Baraka
  • ·         China: Chi
  • ·         Japão: Ki

Seu conceito e aplicação são extremamente diversos e cabe a cada indivíduo assumir para si a melhor definição que lhe aprouver. Todas essas culturas se referem a essa energia vital, que permeia o Universo, como sendo aquilo que faz viver, que revitaliza, que está em todo lugar e nutre todos os seres viventes. No individuo, ela funciona como sendo a mola propulsora que movimenta, anima e possibilita ao ser vivenciar e experienciar atividades de diversos matizes. Para alguns, o tema soa como algo transcendental, para outros, algo comum do nosso cotidiano.

            Diversos segmentos utilizam e instruem seus alunos/discípulos quanto ao seu uso como os xamãs, os praticantes de Yoga, meditação, curas metafisicas e artes marciais. O uso indiscriminado por pessoas leigas/curiosas pode provocar repercussões indesejadas já que essa energia tende a seguir os ímpetos do pensamento, ou seja, dependendo em qual direção eles estejam, é certo que essa energia vital do individuo irá potencializar a existência do ser a atingir tal objetivo e por isso a necessidade de um instrutor/guia para que essa experiência seja vivenciada da maneira mais saudável possível.

            Na cultura oriental diz-se que quando a energia do individuo está em desarmonia ou desequilibrada, obstruída ou escassa manifesta-se em forma de doença no corpo físico. Um exemplo desse declínio da energia do individuo está no fato de ter aprendido a respirar de forma errônea. O diafragma que é o responsável por essa função foi inadvertidamente trocado pelo pulmão. A frase mais conhecida é: “respire fundo até encher os pulmões”. A respiração deixou de ser diafragmática para ser torácica. Esse fato fez com que a obtenção dessa energia, que está em todo lugar, tivesse a sua absorção drasticamente reduzida.
A partir do momento em que seu fluxo no corpo está regular a pessoa sente-se bem disposta, animada e ativa. Seu equilíbrio pode ser restaurado através de diversas fontes naturais como o ar, a água, o alimento, o sol. A revitalização também pode ser obtida por técnicas bastante difundidas ao redor do mundo e podemos citar:

·    Reiki: através de um sistema próprio, possibilita absorver e manipular a energia imanente no universo.
·      Chi Kung: técnica bastante conhecida dentre os praticantes de arte marcial chinesa.
·       Johrei: técnica utilizada para canalização da energia espiritual universal por religiosos
  
O conhecimento intelectual descrito neste texto pode ser encontrado em diversos sites na Internet e em nada servirá de aprendizado àquele que deseja estudar tal área. É necessário antes de tudo treinamento. Esse treinamento deve, sobretudo, ser supervisionado por alguém que realmente saiba o que está fazendo. Apostilas e vídeos que prometem ensiná-lo a dominar as suas energias podem ser extremamente prejudiciais quando feito por conta própria.
Energia vital

O ponto chave é adotar uma vida de bons hábitos e como consequência natural terá uma vida equilibrada. Um mestre do zen-budismo chamado Soyen Shaku (1859-1919) propôs algumas regras a serem seguidas no cotidiano para uma vida melhor:

“De manhã, antes de vestir-se, acenda incenso e medite.
Coma a intervalos regulares e deite-se a uma hora regular.
Coma sempre com moderação e nunca até ficar plenamente satisfeito.
Receba as suas visitas com a mesma atitude que tem quando está só.
E, quando só, mantenha a mesma atitude que tem quando recebe visitas.
Preste atenção ao que diz e, o que quer que diga, pratique-o.
Quando uma oportunidade chegar, não a deixe passar,
mas pense sempre duas vezes antes de agir.
Não se deixe perturbar pelo passado. Olhe para o futuro.
A sua atitude deve ser a de um herói sem medo,
mas o coração deve ser como o de uma criança, cheio de amor.
Ao retirar-se, ao fim do dia, durma como se tivesse entrado no seu último sono.
E, ao acordar, deixe a cama para trás,
instantaneamente,
como se tivesse deitado fora um par de sapatos velhos.”

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 Grão Mestre Ji Han Jae 지한재 - 池漢載 Ji Han Jae (Chi Hon-tsoi) nasceu em Andong, Coréia do Sul em 1936. aos três anos (1939) fugiu com sua famí...