quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Final do BAKUFU

 


Final do BAKUFU


bakufu foi abolido, e o poder governamental foi devolvido ao Imperador neste dia, 3 de janeiro de 1868. Ele também sinalizou o início da Guerra Boshin.

As forças imperiais foram apoiadas por anti Tokugawa Satsuma (dia moderno Kagoshima) e províncias de Choshu (Prefeitura de Yamaguchi). Choshu eram descendentes do senhor da guerra grande, Mori Motonari. Após a batalha de Sekigahara em 1600, apesar da promessa de Mori não para combater os Tokugawa em troca da manutenção de suas terras, os Tokugawa reduziu suas explorações no 1.200.000 apenas 360.000 koku (montante calculado em arroz, um koku, sendo a quantidade necessária para alimentar um homem por um ano) e remoção de suas terras ancestrais em Hiroshima para longe Choshu. A região permaneceu um sentimento anti de Tokugawa durante todo o período de Edo. A Satsuma eram os domínios de clã Shimazu, outro clã que tinha tomado o partido contra os Tokugawa na batalha decisiva de Sekigahara.

O xogunato Tokugawa tinha deixado de operar desde setembro de 1867. Com o final oficial, uma guerra civil eclodiu neste dia, em 1868, que durou até 18 de maio de 1869 e foi travada entre os samurais remanescentes leais ao xogunato e aqueles em apoio da corte Imperial. Cerca de 120.000 homens foram mobilizados, e 3.500 mortos. Possivelmente devido ao UXO números de baixas, tem sido lembrado como uma "revolução sem derramamento de sangue" nos livros de história japonesa. Aliás, hoje é também o aniversário de um dos homens responsáveis por trazer essa grande mudança na política japonesa, Sakamoto Ryoma, assassinado antes que ele pudesse ver os resultados.

Lao-Tsé

 'A Sabedoria da Não-Violência'

"A vida verdadeira é como a água:

Em silêncio se adapta ao nível inferior

Que os homens desprezam.

Não se opõe a nada,

Serve a tudo.

Não exige nada,

Porque sua origem é da fonte imortal.

O homem realizado não tem desejos de dentro,

Nem tem exigências de fora.

Ele é prestativo em se dar

E sincero em falar,

Suave no conduzir,

Poderoso no agir.

Age com serenidade.

Por isto é incontaminável.”


Lao-Tsé  - 



terça-feira, 27 de janeiro de 2026

🚨 DESMASCARANDO OS FALSOS PROFETAS DO CRISTIANISMO FALSO

 🚨 DESMASCARANDO OS FALSOS PROFETAS DO CRISTIANISMO FALSO: AGENTES DO DEMIURGO! 🚨Irmãos e irmãs despertos, chega de ilusão! Esses "profetas" do falso cristianismo, servos do Demiurgo – o falso deus criador das religiões organizadas –, exploram o povo com o DÍZIMO, enchendo os bolsos como parasitas espirituais. Eles não pregam o Cristo verdadeiro, mas o controle do Arconte tirano!No Antigo Testamento manipulado: O dízimo era só para a tribo de Levi, sem terra (Números 18:21) – 10% de COLHEITAS ou REBANHOS, uma vez por ano, não dinheiro semanal para palácios de luxo! Parte ia para pobres e viúvas (Deuteronômio 14:28-29).Jesus, o Logos gnóstico, elogiou a viúva que deu livremente (Marcos 12:41-44), mas denunciou os hipócritas que "devoram as CASAS de viúvas com preceitos longos" (Marcos 12:40).No Novo Testamento autêntico? NADA de dízimo obrigatório! Paulo revela: "Cada um dê como propôs no coração, não por constrangimento" (2 Coríntios 9:7). Esses profetas do Demiurgo torcem Malaquias 3:10 para aterrorizar com maldições falsas, ignorando o contexto levítico!Hoje, com impostos devorando 50%+ da renda, eles ainda sugam 10% dos bens das viúvas, vivendo em luxo enquanto o povo sofre. São LOBOS do Demiurgo (Mateus 7:15), vendendo salvação por dinheiro, escravos do Arquiteto do mundo material!Desperte para a gnose verdadeira: Doe por amor livre, sem senhores falsos. O verdadeiro Deus é o Pleroma, não esse demiurgo explorador!Texto criado por Manoel O Pelegrino  Compartilhe para libertar mentes! 👊#FalsosProfetas #DemiurgoExposto #GnoseDesperta #DizimoFarsa #CristianismoAutentico



O Shiatsu e o Kenjutsu

 

O Shiatsu e o Kenjutsu





Retalhos de observações de ambos conhecimentos nipônicos.


Conceitos semelhantes :


- A não intenção de sentimentos,  sem manifestação dos egos,   ( o não pensar / Zanzen / Mokussso)

- Movimentos certeiros , sem interrupção  ou pausas.

- A presença do "Kamae" dentro do shiatsu tradicional.

- A importancia da respiração na aplicação ; o uso energetico ("ki").

- A visualização da energia que sai do Hara/ tendai , presença do ki.

- Suavidade e firmeza. Eliminar  insegurança na aplicação ou golpe.



• A importância do estudo corporal continuo  com suas "variações" para compreender aplicação de  elementos adicionais na apliacação.

• Prática/treino para a fluidez do movimentação.

• Existe um "Maai" dentro do shiatsu (distância de segurança)

• "Kuzushi"dentro do shiatsu ( desequilibrio para quebrar bloqueios e resistências)


• Principios /fundamentos religiosos

Shiatsu = Kuan Jin



segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

RELIGIÃO X ESPIRITUALIDADE

 RELIGIÃO  X ESPIRITUALIDADE


Religiosidade é a prática religiosa baseada em rituais, tradições e dogmas e na existência de uma autoridade externa, com poder para indicar o que fazer. Pode ser um padre, um pastor, um rabino, o Papa, um reverendo, uma madre, um mestre e com base em uma escritura sagrada na qual a religião se baseia, que propõem levar os seguidores a um relacionamento adequado com um Ser Superior ou com divindades.


Todas as religiões possuem um conjunto de símbolos que remetem ou são alvos de reverência e respeito. Esses símbolos estão ligados a rituais ou cerimônias, dos quais a comunidade de fiéis participa ativamente. Isso quer dizer que, em toda religião, existem objetos ou ideias simbólicas que representam algo a ser reverenciado e admirado.


Quanto aos rituais, eles podem ser diversos, cada um com um significado específico. As rezas, as canções, a abstinência de algum tipo de comida ou o jejum, por exemplo, são rituais que carregam significado atrelado à crença religiosa do grupo. Esses rituais fazem parte da identidade religiosa e da construção da religiosidade dos fiéis.


Espiritualidade é pluralidade, abre o foco

Já a espiritualidade consiste na busca pela essência ou pelo propósito nela existente, e tem o foco no mundo espiritual e não nas coisas terrenas, materiais ou físicas. 


A espiritualidade é entendida como algo inato ao ser humano. Mesmo quem não acredita na Criação e acredita em energias vibracionais, identifica essa espiritualidade intrínseca, essa conexão a algo maior.


O acesso à espiritualidade interior só é conseguido por meio do autoconhecimento, com o olhar para dentro, com o confrontar-se e silenciar-se para obter essa ligação. Há várias técnicas para essa finalidade, como a meditação e as terapias alternativas. O que se pretende é expandir a consciência para se conectar ao sagrado que há em nós a fim de receber as mensagens que ele nos envia pela intuição, por meio de insights e pela imaginação, acessando a centelha divina.


A espiritualidade é algo diferente, que realmente produz transformações na vida de quem busca, tornando-o um ser humano melhor. Ela vem de dentro de nós. É algo que flui do nosso ser e nos traz paz, harmonia e equilíbrio. Nos traz serenidade, nos ensina a respeitar aos outros e a tolerar as diferenças. Quanto mais espiritualizados estivermos, mais tolerantes, compassivos, menos julgadores e disputadores uns com os outros seremos. 


As diferenças na prática

O espiritualista tende a ser mais pessoal e privado; o religioso tende a incorporar os ritos e a oração públicos, assim como corresponder publicamente a uma verdade dogmática ou teológica.


A religião diz que se deve seguir uma ideologia e obedecer a certas regras. A espiritualidade permite que você siga o seu coração. O que você sente está certo. 


A religião lhe diz no que se deve acreditar. O que é certo e o que é errado.  A espiritualidade permite que você descubra isso por si mesmo e compreenda a suas próprias verdades de modo criativo e original.


A espiritualidade mostra que você não precisa ou não depende de nada para ser feliz. A felicidade existe no íntimo de cada um e nós.



domingo, 25 de janeiro de 2026

Exibição de cabeças cortadas

 Exibição de cabeças cortadas



Para um samurai, a cabeça de um inimigo era a prova de um dever cumprido. Depois de uma batalha, as cabeças de seus rivais mortos eram coletadas e apresentadas aos senhores daimyo, que desfrutavam de uma cerimônia muito relaxante de visualização de cabeças para celebrar suas vitórias. As cabeças eram ainda lavadas, tinham os cabelos penteados e dentes escurecidos, o que era um sinal de nobreza. Cada cabeça era então disposta em um pequeno suporte de madeira e etiquetada com os nomes da vítima e do assassino.


Se não houvesse tempo, uma cerimônia apressada poderia ser organizada sobre folhas de certas plantas para absorver o sangue das vítimas. No entanto, certa vez, o feitiço virou contra o feiticeiro e um daimyo perdeu a sua própria cabeça em uma dessas cerimônias. Depois de tomar duas fortalezas de Oda Nobunaga, o daimyo Imagawa Yoshimoto interrompeu sua marcha para uma cerimônia de visualização de cabeças com direito a performance musical.


Infelizmente, para Yoshimoto, outra parte restante do exército Nobunaga avançou para um ataque surpresa, quando as cabeças de seus colegas estavam sendo preparadas. Eles atacaram e conseguiram a cabeça Yoshimoto, que depois se tornou a peça central para a cerimônia que ele havia preparado para o seu próprio inimigo.


Nessa de cortar a cabeça dos outros para exibição, existiam alguns samurais espertinhos que tentavam enganar seus senhores daimyo. Alguns diziam que a cabeça de um soldado comum de infantaria era a de um grande guerreiro e esperava que ninguém percebesse a diferença.


E com uma cabeça caçada, muitos pegavam uma recompensa e abandonavam as batalhas. Isso então acabou se tornando um problema e alguns daimyos passaram a proibir a prática para seus homens se concentrarem apenas na vitória, em vez de serem pagos por cabeças.




sábado, 24 de janeiro de 2026

Shimenawa 注連縄

 


Shimenawa 注連縄

 Lugares sagrados são tipicamente marcados com um shimenawa (corda trançada especial) e shime (tiras de papel branco). Colocado nas entradas de lugares sagrados para afastar espíritos malignos, ou colocado ao redor de árvores/objetos para indicar a presença de kami. Feita de palha de arroz ou cânhamo, a corda é chamada nawa 縄. Os pedaços de papel branco que são cortados em tiras e pendurados nessas cordas (frequentemente pendurados em cordas em portões Torii também) são chamados shime 注連 ou gohei ; eles simbolizam a pureza na fé Shintō.



Comerciantes e empresas, assim como indivíduos privados, frequentemente penduram o shimenawa em suas portas da frente em épocas especiais do ano. Também é comum ver o Tamagushi 玉ぐし, um raminho de Cleyera orchnacca com tiras de papel branco anexadas (chamadas de "shide") usado por sacerdotes Shintō em cerimônias.


  A origem do shimenawa pode ser explicada por duas lendas: 

1- A deusa do sol Amaterasu escondeu-se numa caverna após uma briga com o seu irmão Susanoo, mergulhando o mundo na escuridão. Para a convencer a sair, os outros deuses penduraram uma corda sagrada chamada ama-no-nuboko à entrada da caverna, simbolizando o seu fecho.

2- O kami Susanoo instruiu as pessoas a pendurarem cordas ao longo das estradas para afastar a doença.


Estudantes são executados na Coreia do Norte por consumir mídia sul-coreana

 Estudantes são executados na Coreia do Norte por consumir mídia sul-coreana A Coreia do Norte está realizando execuções públicas, inclusive...