terça-feira, 27 de janeiro de 2026

O Shiatsu e o Kenjutsu

 

O Shiatsu e o Kenjutsu





Retalhos de observações de ambos conhecimentos nipônicos.


Conceitos semelhantes :


- A não intenção de sentimentos,  sem manifestação dos egos,   ( o não pensar / Zanzen / Mokussso)

- Movimentos certeiros , sem interrupção  ou pausas.

- A presença do "Kamae" dentro do shiatsu tradicional.

- A importancia da respiração na aplicação ; o uso energetico ("ki").

- A visualização da energia que sai do Hara/ tendai , presença do ki.

- Suavidade e firmeza. Eliminar  insegurança na aplicação ou golpe.



• A importância do estudo corporal continuo  com suas "variações" para compreender aplicação de  elementos adicionais na apliacação.

• Prática/treino para a fluidez do movimentação.

• Existe um "Maai" dentro do shiatsu (distância de segurança)

• "Kuzushi"dentro do shiatsu ( desequilibrio para quebrar bloqueios e resistências)


• Principios /fundamentos religiosos

Shiatsu = Kuan Jin



segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

RELIGIÃO X ESPIRITUALIDADE

 RELIGIÃO  X ESPIRITUALIDADE


Religiosidade é a prática religiosa baseada em rituais, tradições e dogmas e na existência de uma autoridade externa, com poder para indicar o que fazer. Pode ser um padre, um pastor, um rabino, o Papa, um reverendo, uma madre, um mestre e com base em uma escritura sagrada na qual a religião se baseia, que propõem levar os seguidores a um relacionamento adequado com um Ser Superior ou com divindades.


Todas as religiões possuem um conjunto de símbolos que remetem ou são alvos de reverência e respeito. Esses símbolos estão ligados a rituais ou cerimônias, dos quais a comunidade de fiéis participa ativamente. Isso quer dizer que, em toda religião, existem objetos ou ideias simbólicas que representam algo a ser reverenciado e admirado.


Quanto aos rituais, eles podem ser diversos, cada um com um significado específico. As rezas, as canções, a abstinência de algum tipo de comida ou o jejum, por exemplo, são rituais que carregam significado atrelado à crença religiosa do grupo. Esses rituais fazem parte da identidade religiosa e da construção da religiosidade dos fiéis.


Espiritualidade é pluralidade, abre o foco

Já a espiritualidade consiste na busca pela essência ou pelo propósito nela existente, e tem o foco no mundo espiritual e não nas coisas terrenas, materiais ou físicas. 


A espiritualidade é entendida como algo inato ao ser humano. Mesmo quem não acredita na Criação e acredita em energias vibracionais, identifica essa espiritualidade intrínseca, essa conexão a algo maior.


O acesso à espiritualidade interior só é conseguido por meio do autoconhecimento, com o olhar para dentro, com o confrontar-se e silenciar-se para obter essa ligação. Há várias técnicas para essa finalidade, como a meditação e as terapias alternativas. O que se pretende é expandir a consciência para se conectar ao sagrado que há em nós a fim de receber as mensagens que ele nos envia pela intuição, por meio de insights e pela imaginação, acessando a centelha divina.


A espiritualidade é algo diferente, que realmente produz transformações na vida de quem busca, tornando-o um ser humano melhor. Ela vem de dentro de nós. É algo que flui do nosso ser e nos traz paz, harmonia e equilíbrio. Nos traz serenidade, nos ensina a respeitar aos outros e a tolerar as diferenças. Quanto mais espiritualizados estivermos, mais tolerantes, compassivos, menos julgadores e disputadores uns com os outros seremos. 


As diferenças na prática

O espiritualista tende a ser mais pessoal e privado; o religioso tende a incorporar os ritos e a oração públicos, assim como corresponder publicamente a uma verdade dogmática ou teológica.


A religião diz que se deve seguir uma ideologia e obedecer a certas regras. A espiritualidade permite que você siga o seu coração. O que você sente está certo. 


A religião lhe diz no que se deve acreditar. O que é certo e o que é errado.  A espiritualidade permite que você descubra isso por si mesmo e compreenda a suas próprias verdades de modo criativo e original.


A espiritualidade mostra que você não precisa ou não depende de nada para ser feliz. A felicidade existe no íntimo de cada um e nós.



domingo, 25 de janeiro de 2026

Exibição de cabeças cortadas

 Exibição de cabeças cortadas



Para um samurai, a cabeça de um inimigo era a prova de um dever cumprido. Depois de uma batalha, as cabeças de seus rivais mortos eram coletadas e apresentadas aos senhores daimyo, que desfrutavam de uma cerimônia muito relaxante de visualização de cabeças para celebrar suas vitórias. As cabeças eram ainda lavadas, tinham os cabelos penteados e dentes escurecidos, o que era um sinal de nobreza. Cada cabeça era então disposta em um pequeno suporte de madeira e etiquetada com os nomes da vítima e do assassino.


Se não houvesse tempo, uma cerimônia apressada poderia ser organizada sobre folhas de certas plantas para absorver o sangue das vítimas. No entanto, certa vez, o feitiço virou contra o feiticeiro e um daimyo perdeu a sua própria cabeça em uma dessas cerimônias. Depois de tomar duas fortalezas de Oda Nobunaga, o daimyo Imagawa Yoshimoto interrompeu sua marcha para uma cerimônia de visualização de cabeças com direito a performance musical.


Infelizmente, para Yoshimoto, outra parte restante do exército Nobunaga avançou para um ataque surpresa, quando as cabeças de seus colegas estavam sendo preparadas. Eles atacaram e conseguiram a cabeça Yoshimoto, que depois se tornou a peça central para a cerimônia que ele havia preparado para o seu próprio inimigo.


Nessa de cortar a cabeça dos outros para exibição, existiam alguns samurais espertinhos que tentavam enganar seus senhores daimyo. Alguns diziam que a cabeça de um soldado comum de infantaria era a de um grande guerreiro e esperava que ninguém percebesse a diferença.


E com uma cabeça caçada, muitos pegavam uma recompensa e abandonavam as batalhas. Isso então acabou se tornando um problema e alguns daimyos passaram a proibir a prática para seus homens se concentrarem apenas na vitória, em vez de serem pagos por cabeças.




sábado, 24 de janeiro de 2026

Shimenawa 注連縄

 


Shimenawa 注連縄

 Lugares sagrados são tipicamente marcados com um shimenawa (corda trançada especial) e shime (tiras de papel branco). Colocado nas entradas de lugares sagrados para afastar espíritos malignos, ou colocado ao redor de árvores/objetos para indicar a presença de kami. Feita de palha de arroz ou cânhamo, a corda é chamada nawa 縄. Os pedaços de papel branco que são cortados em tiras e pendurados nessas cordas (frequentemente pendurados em cordas em portões Torii também) são chamados shime 注連 ou gohei ; eles simbolizam a pureza na fé Shintō.



Comerciantes e empresas, assim como indivíduos privados, frequentemente penduram o shimenawa em suas portas da frente em épocas especiais do ano. Também é comum ver o Tamagushi 玉ぐし, um raminho de Cleyera orchnacca com tiras de papel branco anexadas (chamadas de "shide") usado por sacerdotes Shintō em cerimônias.


  A origem do shimenawa pode ser explicada por duas lendas: 

1- A deusa do sol Amaterasu escondeu-se numa caverna após uma briga com o seu irmão Susanoo, mergulhando o mundo na escuridão. Para a convencer a sair, os outros deuses penduraram uma corda sagrada chamada ama-no-nuboko à entrada da caverna, simbolizando o seu fecho.

2- O kami Susanoo instruiu as pessoas a pendurarem cordas ao longo das estradas para afastar a doença.


sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

A GRONELÂNDIA NÃO É UM TERRITÓRIO: É UM LIMIAR!

 A GRONELÂNDIA NÃO É UM TERRITÓRIO: É UM LIMIAR!



A Gronelândia reaparece ciclicamente no discurso geopolítico como “objeto estratégico”, “ativo mineral”, “fronteira militar” ou “posição avançada”. Essa leitura é curta, perigosa e arcaica!


À luz da CIC – Consciência Informacional do Cosmos, a questão da Gronelândia não é política, não é militar, não é económica!

É científica, civilizacional e planetária.

A política tenta apropriar-se da Gronelândia.

A ciência começa a compreendê-la.

A civilização ainda não a honrou!


I. A GRONELÂNDIA COMO ARQUIVO VIVO DO PLANETA

A Gronelândia não é apenas gelo.

É:

• Arquivo climático da Terra

• Sensor avançado do sistema planetário

• Memória congelada de ciclos civilizacionais

• Interface entre atmosfera, oceanos e campo magnético

• Laboratório natural da evolução futura do planeta!


Quem disputa a Gronelândia como território não compreende o que ela é!

Quem a vê como base militar antecipa conflitos, não soluções.

Quem a explora como reserva económica acelera a própria extinção!


II. A LEITURA À LUZ DA CIC: (Ciência Informacional do Cosmos)


Segundo a CIC, a Terra não é apenas um corpo físico, mas um sistema informacional consciente, onde certos territórios funcionam como nódulos sensíveis do Campo Informacional Planetário!


A Gronelândia é um desses nódulos!

Alterar violentamente esse território é o equivalente a intervir num órgão vital do planeta, sem compreender a sua função sistémica.

Por isso, nenhuma solução política é suficiente, porque:

• A política é reativa

• A ciência é preditiva

• A civilização deve ser protetora


III. O ERRO DAS GRANDES POTÊNCIAS!

Os EUA — e qualquer outra potência — ao projetarem sobre a Gronelândia uma lógica de domínio:

• Repetem o erro colonial do século XIX

• Ignoram a ciência do século XXI

• Sabotam a civilização do século XXII

A Gronelândia não deve ser “defendida” por armas,

mas guardada por conhecimento!


IV. O PRECEDENTE HISTÓRICO: O TRATADO DE TORDESILHAS

Aqui emerge um ponto deliberadamente provocador e civilizacional.

O Tratado de Tordesilhas (1494) não foi apenas um acordo político entre Portugal e Espanha.

Foi — ainda que de forma rudimentar — uma tentativa de ordenação global, num mundo que começava a tornar-se planetário! Hoje, o mundo voltou a esse ponto crítico.

Mas agora:

• O planeta é conhecido

• O clima é frágil

• A tecnologia é perigosa

• A consciência ainda é insuficiente!

Portugal e Espanha, enquanto nações fundadoras da primeira globalização, têm legitimidade histórica, ética e simbólica para:

• Defender a despolitização da Gronelândia

• Propor um Estatuto Científico-Civilizacional Internacional

• Relembrar ao mundo que o planeta não é propriedade, é responsabilidade!

Não como império.

Mas como consciência histórica!


V. PROPOSTA CIVILIZACIONAL

Este manifesto propõe:

1. Retirada da Gronelândia da lógica de disputa geopolítica

2. Reconhecimento da Gronelândia como Património Científico Planetário

3. Gestão internacional científica, não militar

4. Moratória absoluta de exploração predatória

5. Criação de um Conselho Civilizacional do Ártico, composto por cientistas, climatólogos, filósofos da ciência e representantes dos povos originários

6. Portugal e Espanha como proponentes simbólicos, não dominadores, retomando o espírito — corrigido e amadurecido — de Tordesilhas!


VI. DECLARAÇÃO FINAL.


A Gronelândia não pertence aos EUA.

Não pertence à Europa.

Não pertence ao mercado.

Não pertence às armas.

Pertence ao futuro da Humanidade.

Se falharmos aqui, falharemos em Marte, na Lua e em nós próprios!

A civilização que transformar a Gronelândia num campo de disputa

não merece sobreviver ao século!


A civilização que a reconhecer como órgão vivo do planeta

dará o primeiro passo para se tornar uma civilização adulta.


Jacinto Alves, escritor e investigador em CI – Ciência Informacional)


ECLETA - ACADEMIA DE ESTUDOS ECLÉTICOS DE PORTUGAL.

Imagem gerada pela INI - Inteligência Natural Informacional.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Japão endurece leis e suspende carteiras de habilitação de ciclistas flagrados embriagados

 Japão endurece leis e suspende carteiras de habilitação de ciclistas flagrados embriagados


Cerca de 900 pessoas no Japão tiveram suas carteiras de habilitação suspensas por terem sido flagradas andando de bicicleta sob efeito de álcool.

A polícia japonesa suspendeu as carteiras de habilitação de quase 900 ciclistas flagrados conduzindo bicicletas sob efeito de álcool, segundo informações divulgadas pela mídia local.


As autoridades avaliaram que os infratores representavam risco significativo caso também estivessem dirigindo automóveis.

Endurecimento da legislação impulsiona aumento de punições

Entre janeiro e setembro de 2025, o número de suspensões cresceu de forma expressiva em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O aumento está diretamente relacionado à entrada em vigor de leis de trânsito mais rigorosas, que passaram a tratar infrações cometidas por ciclistas com maior severidade.

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As mudanças legais refletem uma revisão ampla das normas de circulação no país, diante do crescimento do uso da bicicleta como meio de transporte urbano.

Prisão e multa para quem pedala alcoolizado

Desde novembro de 2024, pedalar sob influência de álcool passou a ser crime no Japão. A infração pode resultar em até três anos de prisão ou em multa de até 500 mil ienes (cerca de 17.000 reais).

Além disso, o limite de álcool permitido foi reduzido. Ciclistas podem ser penalizados se o teste de bafômetro indicar 0,15 miligramas por litro ou mais, independentemente de demonstrarem dificuldade para conduzir a bicicleta.

Responsabilidade também para quem incentiva a infração

As novas regras ampliaram a responsabilização para terceiros. Pessoas que oferecem bebidas alcoólicas a ciclistas ou cedem bicicletas a alguém visivelmente embriagado também podem ser punidas pelas autoridades.

“Pedalar alcoolizado pode causar acidentes graves”, afirmou um policial ao jornal Yomiuri Shimbun. “Esperamos que todos respeitem a regra básica: não beber e dirigir.”

Dados revelam aumento preocupante de infrações e acidentes

Entre novembro de 2024 e junho de 2025, mais de 4.500 pessoas foram flagradas andando de bicicleta sob efeito de álcool em todo o país, segundo dados da polícia.

O endurecimento da fiscalização ocorre em um contexto de crescimento dos acidentes envolvendo ciclistas. Em 2023, foram registrados mais de 72 mil acidentes com bicicletas, o que representa mais de 20% de todos os acidentes de trânsito no Japão.


O uso da bicicleta aumentou significativamente durante a pandemia, impulsionado por restrições ao transporte público e pela busca por alternativas individuais de locomoção.

Esse crescimento, no entanto, também expôs lacunas na segurança viária e na adaptação das regras de trânsito.

Tradição do álcool entra em choque com novas regras

No Japão, o consumo de álcool é historicamente visto como um facilitador social, presente em reuniões de negócios e discussões delicadas, geralmente acompanhadas por cerveja ou saquê. Acredita-se que a bebida cria um ambiente mais descontraído para o diálogo — um hábito cultural que agora entra em conflito com normas mais rígidas de trânsito.

Novas multas para infrações menores entram em vigor em abril

A partir de abril do próximo ano, ciclistas também passarão a ser multados por infrações consideradas menores, como andar segurando guarda-chuva, usar o celular enquanto pedala, ignorar semáforos e circular à noite sem iluminação adequada.

As autoridades afirmam que as medidas visam reduzir acidentes e reforçar a ideia de que a bicicleta, embora simples, é um veículo sujeito às mesmas responsabilidades no trânsito.

Fonte: bbc.com

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Mingau de aveia com coco

 Mingau de aveia com coco



A-há! Não é sopa! Mas é mingau! Algo que eu odiei a infância inteira e só aprendi a gostar depois de grande muito bem-vindo no café da tarde de um dia frio.



Sim, tem um gato dormindo ali.


Você vai precisar de:

300 ml de leite desnatado

2 colheres (sopa) de farinha de aveia

1 colher (sopa) rasa de aveia em flocos

1 colher (sopa) de coco seco em flocos

Noz-moscada ralada na hora (opcional)

Adoçante a gosto


Como proceder:

Para o mingau ficar pronto mais rápido, utilize uma frigideira: ela distribui melhor o calor e em menos tempo seu mingau já estará fervendo.

Misture todos os ingredientes (menos o adoçante) com o leite ainda frio na panela. Dissolva bem os pelotinhos de aveia.

Ligue o fogo alto e cozinhe sempre mexendo, até começar a formas bolhas. Abaixe o fogo pro mínimo, e continue mexendo sem parar até que o mingau esteja com a consistência que você quer.

Desligue o fogo, adoce a gosto e misture bem (se você não misturar BEM mesmo, algumas partes vão ficar doces e outras não).

Se quiser, polvilhe canela em pó na hora de servir.


Dica:

Se você sentir falta de uma corzinha ou estiver com vontade de comer algo com chocolate, adicione também 1 colher de chá de cacau em pó!


Rende:

Duas porções de uns 160 ml cada.


Grão Mestre Ji Han Jae 지한재 - 池漢載

 Grão Mestre Ji Han Jae 지한재 - 池漢載 Ji Han Jae (Chi Hon-tsoi) nasceu em Andong, Coréia do Sul em 1936. aos três anos (1939) fugiu com sua famí...