Marcadores

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Zatoichi (O samurai cego)



Zatoichi (O samurai cego)

 Zatoichi (O samurai cego)




Fotos:Google

Zatoichi, o samurai cego.

Confesso que estou entusiasmado, e quero compartilhar meu entusiasmo fazendo uma resenha de Zatoichi.

Como cinéfilo desiludido com o cinema feito nos últimos anos, encontrei em Zatoichi uma espécie de retorno aos áureos tempos de Kurosawa, Kobaiashi e outros.

Sou, sim, um fã do cinema que há muito tempo não vai ao cinema. Os cinemas viraram igrejas ou lojas de departamento. Também, pudera, os filmes eram muito ruins.

Eu costumava freqüentar antigamente a cinemateca do MAM, o cinema Um, o cinema Paissandu. São rolos passados que não voltam mais. Uma vez assisti as três partes de “Guerra e Humanidade”, no MAM, uma atrás da outra. Fiquei nove horas e meia vendo puro cinema japonês, eu e mais alguns malucos.
Quando o filme é bom dá para agüentar.

Veja Zatoichi. É muito bom, está passando presentemente na televisão fechada, cine MAX, que são filmes da Miramax, uma companhia que pertence a Disney e que passa filmes que poderiam comprometer a imagem de pureza dos filmes Disney.

Deve-se dizer que é a terceira vez que Zatoichi é filmado, além da série de televisão já produzida no Japão. Zatoichi é uma espécie de super-herói japonês, um samurai cego que distribui a justiça para o povo simples e trabalhador, em fins do século XIX.

 De cara o simbolismo da justiça que é cega. Como em Yojimbo (O Guarda Costas), a cidade está dominada por duas gangs que exploram os trabalhadores exigindo pagamento para proteção (alguma semelhança com uma certa cidade do Brasil?). Como em “Os Sete Samurais” o povo clama por ajuda contra os piratas de seu trabalho, os bandidos que exterminaram famílias no passado.

E Zatoichi administra a justiça com a sua espada-bengala, apesar de ser cego.

As pequenas histórias individuais vão se entrecruzando quando entram em contato com Zatoichi. Uma verdureira explorada por uma gang abriga Zatoichi em sua casa. Duas irmãs gueixas graciosas caçam os assassinos de sua família. Uma das gueixas é um travesti que fascina os homens. Em flash-back vemos ele(a) sendo seduzida, numa cena sutil de pedofilia não explícita.

As lutas de espada, em Zatoichi se dão segundo a tradição do Kendô, e segundo o diretor, os únicos efeitos especiais digitalizados nas cenas de espada são os esguichos de sangue, bastante estilizados, que devem ser semelhantes ao sangue que aparece em videogames.

A música é excelente, genuinamente japonesa, a cenografia, como sempre no Japão é primorosa, vestuário e maquiagem de primeira.

Mas o melhor, o mais sensacional são as cenas coreografadas de Zatoichi, grande filme de 2003. Cenas de trabalho, onde aparecem três ou quatro homens trabalhando com enxadas, ou um grupo de trabalhadores construindo uma casa, ou plantando arroz, ou ensaiando uma dança. São cenas fantásticas sincronizadas com a música fortemente japonesa, culminando com o bailado final de todo o povo, com um sapateado de tirar o fôlego (segundo o diretor não imita Hollywood, mas vem do teatro Kabuqui- será?), uma grande celebração do trabalho grupal, comemorando o fim dos bandidos que os exploravam (parecido nesse ponto com os Sete samurais). A violência das lutas é secundária; o autor colocou “sangue espirrando como se fosse num videogame, palavras dele”.

Ficha Técnica
Título Original: Zatoichi
Gênero: Ação
Tempo de Duração: 115 minutos
Ano de Lançamento (Japão): 2003
Site Oficial: www.justice-is-blind.com
Estúdio: Office Kitano / Tokyo FM Broadcastig Co. Ltd. / Bandai Visual Co. Ltd. / Asahi National Broadcasting Company / Dentsu Inc. / Saitô Entertainment
Distribuição: Miramax Films / Buena Vista International / Bac Films
Direção: Takeshi Kitano
Roteiro: Takeshi Kitano, baseado em conto de Kan Shimozawa
Produção: Masayuki Mori
Música: Keiichi Suzuki
Fotografia: Katsumi Yanagishima
Desenho de Produção: Norihiro Isoda
Figurino: Yohji Yamamoto
Edição: Takeshi Kitano e Yoshinori Oota


 Elenco
Takeshi Kitano (Zatoichi / Ichi)
Michiyo Ookusu (Tia O-Ume)
Gadarukanaru Taka (Shinkichi)
Daigorô Tachibana (Geisha O-Sei)
Yuuko Daike (Geisha O-Kinu)
Tadanobu Asano (Gennosuke Hattori)
Yui Natsukawa (O-Shino)
Ittoku Kishibe (Ginzo)
Saburo Ishikura (Chefe Ogi)
Kohji Miura (Lorde Sakai)

 Sinopse
Japão, século 19. Zatoichi (Takeshi Kitano) é um andarilho cego que sobrevive como massagista e jogador de dados, mas por trás de sua aparência humilde esconde-se um espadachim de raro talento. Numa de suas andanças ele chega a uma aldeia dominada pelo sanguinário bandoleiro Ginzo (Ittoku Kishibe), que, com a ajuda do samurai Hattori (Tadanobu Assano), seu capanga, elimina quem se oponha a seus objetivos. O embate entre Zatoichi e a quadrilha de Ginzo torna-se inevitável quando o cego conhece duas gueixas que desejam vingar a morte dos pais.

- Recebeu uma indicação ao European Film Awards de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o Prêmio do Público e o de Melhor Diretor, no Festival de Veneza.
- Ganhou o Prêmio do Público, no Festival de Toronto.
- Ganhou 3 prêmios no Festival de Sitges, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Filme - Voto Popular e Melhor Trilha Sonora.

Mais detalhes em: http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/zatoichi/zatoichi.htm



Jacques Levin

Enviado por Jacques Levin em 25/03/2007
Reeditado em 26/03/2007
Código do texto: T425657

Fonte:https://www.recantodasletras.com.br/resenhasdefilmes/425657

Energia vital

 


Energia vital


 A denominação para essa energia varia de acordo com o país ou cultura a qual ela tornou-se alvo de estudos. Podemos citar:
  • ·         Polinésia: Mana
  • ·         Índia: Prana
  • ·         Países Islâmicos: Baraka
  • ·         China: Chi
  • ·         Japão: Ki

Seu conceito e aplicação são extremamente diversos e cabe a cada indivíduo assumir para si a melhor definição que lhe aprouver. Todas essas culturas se referem a essa energia vital, que permeia o Universo, como sendo aquilo que faz viver, que revitaliza, que está em todo lugar e nutre todos os seres viventes. No individuo, ela funciona como sendo a mola propulsora que movimenta, anima e possibilita ao ser vivenciar e experienciar atividades de diversos matizes. Para alguns, o tema soa como algo transcendental, para outros, algo comum do nosso cotidiano.

            Diversos segmentos utilizam e instruem seus alunos/discípulos quanto ao seu uso como os xamãs, os praticantes de Yoga, meditação, curas metafisicas e artes marciais. O uso indiscriminado por pessoas leigas/curiosas pode provocar repercussões indesejadas já que essa energia tende a seguir os ímpetos do pensamento, ou seja, dependendo em qual direção eles estejam, é certo que essa energia vital do individuo irá potencializar a existência do ser a atingir tal objetivo e por isso a necessidade de um instrutor/guia para que essa experiência seja vivenciada da maneira mais saudável possível.

            Na cultura oriental diz-se que quando a energia do individuo está em desarmonia ou desequilibrada, obstruída ou escassa manifesta-se em forma de doença no corpo físico. Um exemplo desse declínio da energia do individuo está no fato de ter aprendido a respirar de forma errônea. O diafragma que é o responsável por essa função foi inadvertidamente trocado pelo pulmão. A frase mais conhecida é: “respire fundo até encher os pulmões”. A respiração deixou de ser diafragmática para ser torácica. Esse fato fez com que a obtenção dessa energia, que está em todo lugar, tivesse a sua absorção drasticamente reduzida.
A partir do momento em que seu fluxo no corpo está regular a pessoa sente-se bem disposta, animada e ativa. Seu equilíbrio pode ser restaurado através de diversas fontes naturais como o ar, a água, o alimento, o sol. A revitalização também pode ser obtida por técnicas bastante difundidas ao redor do mundo e podemos citar:

·    Reiki: através de um sistema próprio, possibilita absorver e manipular a energia imanente no universo.
·      Chi Kung: técnica bastante conhecida dentre os praticantes de arte marcial chinesa.
·       Johrei: técnica utilizada para canalização da energia espiritual universal por religiosos
  
O conhecimento intelectual descrito neste texto pode ser encontrado em diversos sites na Internet e em nada servirá de aprendizado àquele que deseja estudar tal área. É necessário antes de tudo treinamento. Esse treinamento deve, sobretudo, ser supervisionado por alguém que realmente saiba o que está fazendo. Apostilas e vídeos que prometem ensiná-lo a dominar as suas energias podem ser extremamente prejudiciais quando feito por conta própria.
Energia vital

O ponto chave é adotar uma vida de bons hábitos e como consequência natural terá uma vida equilibrada. Um mestre do zen-budismo chamado Soyen Shaku (1859-1919) propôs algumas regras a serem seguidas no cotidiano para uma vida melhor:

“De manhã, antes de vestir-se, acenda incenso e medite.
Coma a intervalos regulares e deite-se a uma hora regular.
Coma sempre com moderação e nunca até ficar plenamente satisfeito.
Receba as suas visitas com a mesma atitude que tem quando está só.
E, quando só, mantenha a mesma atitude que tem quando recebe visitas.
Preste atenção ao que diz e, o que quer que diga, pratique-o.
Quando uma oportunidade chegar, não a deixe passar,
mas pense sempre duas vezes antes de agir.
Não se deixe perturbar pelo passado. Olhe para o futuro.
A sua atitude deve ser a de um herói sem medo,
mas o coração deve ser como o de uma criança, cheio de amor.
Ao retirar-se, ao fim do dia, durma como se tivesse entrado no seu último sono.
E, ao acordar, deixe a cama para trás,
instantaneamente,
como se tivesse deitado fora um par de sapatos velhos.”

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Oração a São Sebastião

 

Oração a São Sebastião




"São Sebastião, mártir, seguidor de JESUS, abençoai todas as pessoas desta cidade
 e ajudai-nos neste momento de aflição.
 Vós que sois protetor contra as doenças contagiosas, livrai-nos desse mal.
 Hoje vos pedimos, de modo especial, por uma pessoa que nos é muito querida
 (dizer o nome da pessoa) para que ela possa dar Graças a DEUS,
 na simplicidade e na alegria do seu coração.
 São Sebastião, amparai os menores de rua,
 livrai-os das chacinas, das drogas, dos assaltos e das várias formas de violência.
 Livrai a todos nós da ganância, do poder, do orgulho, do desânimo e da depressão,
 para que, assim livres, possamos nos dedicar ao bem dos nossos irmãos mais necessitados.
 São Sebastião, rogai por todos nós.
Amém!"

"Onipotente e Eterno DEUS que, pelos merecimentos de São Sebastião, vosso glorioso mártir,
 livrastes os vossos fiéis de doenças contagiosas, atendei a minha humilde súplica para que,
 recorrendo agora a vós, na minha necessidade, mereça por sua valiosa intercessão ser livres
 de todos os males do corpo e da alma.
 Especialmente vos peço... (formula-se o pedido)
 Isso vos peço por JESUS CRISTO, vosso Filho e SENHOR Nosso.
 Assim seja!"
 (Rezar um PAI Nosso, uma Ave Maria e um Glória ao PAI)

Hamaya

 

Hamaya

Um hamaya é uma flecha decorativa com uma placa votiva representando o signo do zodíaco do ano ou um sino anexado a ela, e é um amuleto da sorte que é exibido durante todo o ano.
Como o próprio nome sugere, acredita-se que seja uma flecha que destrói espíritos malignos e exorciza desastres.

Origem

Originalmente era um conjunto de hama-yumi, e diz-se que se originou do tiro com arco e flecha realizado durante a leitura da sorte do ano, que pode ser vista em todo o país.
Esta é uma competição de tiro com arco realizada em cada distrito, e diz-se que o vencedor será abençoado com uma colheita abundante naquele ano, e foi realizada para prever a abundância das colheitas.
Também era usado como brincadeira para os meninos durante o Ano Novo, mas desde o período Edo, arcos e flechas decorados passaram a ser dados como amuletos da sorte para o crescimento seguro da criança.
Isso corresponde a hagoita para meninas.
Pensa-se que isso foi posteriormente simplificado e as flechas se tornaram o único talismã oferecido nos santuários no dia de Ano Novo.


Como decorar kumade e hamaya

Exiba-o em um local limpo, como um altar doméstico ou uma alcova.
Além disso, diz-se que não existe uma direção específica na qual a ponta da flecha deva ser colocada

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

O gengibre na culinária japonesa: sabor, equilíbrio e tradição

 O gengibre na culinária japonesa: sabor, equilíbrio e tradição


O gengibre na culinária japonesa é essencial para equilíbrio, sabor e saúde. Conheça seus tipos, usos tradicionais e significado cultural no Japão.

O gengibre, conhecido no Japão como shōga (ショウガ), é um dos ingredientes mais importantes e versáteis da culinária japonesa, sendo consumido de diversas formas.

Presente tanto em preparações quentes quanto frias, ele não serve apenas para dar sabor, mas também para equilibrar pratos, estimular a digestão e preservar alimentos, refletindo a filosofia japonesa de harmonia entre corpo, paladar e natureza.


Diferente do uso intenso e picante comum em outras cozinhas asiáticas, no Japão o gengibre é aplicado de forma sutil e estratégica, realçando sabores sem dominá-los.


Shōga: características e importância

O gengibre japonês possui aroma fresco, picância moderada e notas levemente adocicadas.



Ele pode ser utilizado:


● fresco ralado ou fatiado

● em conserva

● seco ou em pó

● cozido em caldos e molhosNa culinária japonesa, o shōga é valorizado tanto pelo sabor quanto pelas suas propriedades medicinais, sendo associado ao aquecimento do corpo e ao fortalecimento da saúde. Ele não costuma ser o protagonista, mas sim um coadjuvante essencial.


Gari: o gengibre que acompanha o sushi

Imagem: photo-ac



Talvez o uso mais conhecido do gengibre japonês seja o gari (ガリ), o gengibre em conserva servido com sushi e sashimi.


Função do gari:


● Limpar o paladar entre diferentes tipos de peixe

● Ajudar na digestão

● Reduzir odores e possíveis bactérias


Ao contrário do que muitos pensam, o gari não deve ser colocado sobre o sushi, mas consumido entre uma peça e outra.


Beni shōga: o gengibre vibrante da comida popularImagem: photo-ac

O beni shōga (紅しょうが) é um gengibre em conserva cortado em tiras finas de coloração vermelha intensa, geralmente servido como acompanhamento. A coloração vermelha é devido ser conservado em umezu (o líquido ácido da conserva de ameixa ume boshi).


Onde é usado:


● Yakisoba

● Okonomiyaki

● Takoyaki

● Gyūdon


Seu sabor é mais marcante e ácido, criando contraste com pratos gordurosos ou intensos.


Shōga fresco: base aromática da cozinha caseiraImagem: photo-ac

O gengibre fresco ralado ou fatiado é muito comum em receitas do dia a dia japonês.


Usos frequentes:


● Molhos à base de shoyu

● Marinadas de peixe e carne

● Pratos cozidos (nimono)

● Sopas e caldos


Ele ajuda a eliminar odores fortes, especialmente de peixes, além de trazer frescor ao prato.No dia a dia, costuma-se usar gengibre fresco ralado na hora (Oroshi Shoga), muitas vezes usando um ralador de cerâmica ou pele de tubarão (oroshigane).


O gengibre ralado é muito usado como acompanhamento para Tofu frio (Hiyayakko), Tempura (misturado ao molho tentsuyu) e Somen (macarrão gelado).


Outro prato muito popular é o Shogayaki (しょうが焼き) que consiste em fatias finas de porco grelhadas em um molho saboroso à base de gengibre ralado, shoyu (molho de soja), sake e mirin, servido tipicamente com arroz e repolho ralado.


Gengibre e saúde na tradição japonesaImagem: Depositphotos

Na cultura japonesa, o shōga é considerado um ingrediente funcional.


Benefícios tradicionalmente associados:


● Estimula a circulação sanguínea

● Ajuda na digestão

● Alivia resfriados e dores de garganta

● Auxilia no aquecimento do corpo no inverno


Por isso, é comum encontrar gengibre em pratos consumidos durante épocas frias ou quando o corpo precisa de recuperação.


Conservação e fermentação: o gengibre como tsukemono

O gengibre também é usado em tsukemono (conservas japonesas), preservado em sal, vinagre ou farelo de arroz (nukazuke). Essas técnicas reforçam o sabor e prolongam sua durabilidade, além de contribuir para a saúde intestinal.


Conclusão

O gengibre na culinária japonesa é muito mais do que um simples condimento. Ele é um elemento de equilíbrio, saúde e tradição, presente desde a alta gastronomia até a comida de rua, adicionando um toque picante e refrescante que equilibra pratos fritos ou suaves.


Seja no delicado gari do sushi ou no vibrante beni shōga do yakisoba, o shōga traduz a essência da cozinha japonesa: simplicidade, propósito e harmonia.


Imagem do topo: photo-ac



sábado, 17 de janeiro de 2026

Segundo os Psicólogos, existem quatro tipos de Inteligência:

 "Segundo os Psicólogos, existem quatro tipos de Inteligência:



1) Quociente de Inteligência (QI)

2) Quociente Emocional (QE)

3) Quociente Social (QS)

4) Quociente de Adversidade (QA)


1. Quociente de Inteligência (QI): é a medida do seu nível de compreensão. Você precisa de QI para resolver matemática, memorizar coisas e relembrar lições.


2. Quociente Emocional (QE): esta é a medida da sua capacidade de manter a paz com os outros, respeitar o tempo, ser responsável, ser honesto, respeitar limites, ser humilde, genuíno e atencioso.


3. Quociente Social (QS): é a medida da sua capacidade de construir uma rede de amigos e mantê-la por um longo período de tempo.


As pessoas que têm QE e QS mais altos tendem a ir mais longe na vida do que aquelas com QI alto. A maioria das escolas capitaliza na melhoria dos níveis de QI, enquanto QE e QS são minimizados.


Um homem de alto QI pode acabar sendo empregado por um homem de alto QE e QS, mesmo que tenha um QI médio.


Seu QE representa seu personagem, enquanto seu QS representa seu carisma. Ceda a hábitos que irão melhorar esses três Qs, especialmente seu QE e QS.


Agora há um 4º, um novo paradigma:


4. O Quociente de Adversidade (QA): A medida de sua capacidade de passar por uma fase difícil da vida e sair dela sem perder a cabeça.


Diante de problemas, QA determina quem desistirá, quem abandonará a família e quem considerará o suicídio.


Senhores pais, por favor, exponham seus filhos a outras áreas da vida além da acadêmica. Façam-no gostar do Trabalho (nunca use o trabalho como forma de punição), Esportes e Artes.


Desenvolva seu QI, bem como seu QE, QS e QA. Eles devem se tornar seres humanos multifacetados, capazes de fazer as coisas independentemente de seus pais.


Finalmente, não prepare o caminho para seus filhos. Prepare seus filhos para a estrada."

Estudo genético revela a verdadeira origem do povo japonês

 Estudo genético revela a verdadeira origem do povo japonês



Estudo genético recente revela que a origem do povo japonês moderno é formado por três linhagens ancestrais distintas: Jōmon, Yayoi e Kofun.

Durante décadas, acreditou-se que a população japonesa moderna fosse resultado da mistura entre apenas dois grupos ancestrais. No entanto, estudos genéticos recentes revolucionaram essa visão, revelando que o Japão é, na verdade, formado por três grandes linhagens ancestrais distintas, moldadas por ondas sucessivas de migração ao longo de milhares de anos.Essa descoberta não apenas redefine a história genética do Japão, como também ajuda a explicar sua diversidade regional, cultural e até linguística.


A antiga teoria das duas origens

Por muito tempo, a hipótese dominante era a do modelo duplo, segundo o qual os japoneses modernos descendiam da mistura entre:


Os Jōmon, caçadores-coletores que habitavam o arquipélago japonês há mais de 14 mil anos


Os Yayoi, agricultores migrantes vindos do continente asiático por volta de 900 a.C., responsáveis pela introdução do cultivo de arrozEmbora essa teoria explicasse parte da herança genética japonesa, análises de DNA mais avançadas mostraram que ela estava incompleta.


A terceira linhagem ancestral: os Kofun

Pesquisas recentes baseadas em DNA antigo (aDNA) identificaram uma terceira linhagem ancestral, associada ao período Kofun (séculos III a VII d.C.).


Esse grupo teria migrado do leste da Ásia continental durante a formação do Estado japonês primitivo, trazendo:● Estruturas políticas centralizadas

● Novas tecnologias

● Influências culturais e administrativas que moldaram a base do Japão imperial


Essa terceira onda migratória deixou uma marca genética significativa, especialmente na população do Japão central e ocidental.


As três linhagens que formam o Japão moderno

De acordo com os estudos genéticos mais recentes, a população japonesa atual é composta por:


1. Jōmon – os primeiros habitantes do arquipélago

● Caçadores-coletores pré-históricos

● Genética única, distinta do continente asiático

● Contribuição genética maior em Okinawa e no norte do Japão


2. Yayoi – os agricultores migrantes

● Vindos da Península Coreana e do leste da China

● Introduziram o arroz irrigado, a metalurgia e vilas agrícolas

● Base genética predominante na maior parte do Japão


3. Kofun – os construtores do Japão antigo

● Migrantes do período de formação do Estado

● Associados à elite governante e à centralização do poder

● Responsáveis por uma camada genética adicional que diferencia o Japão de outros povos do Leste AsiáticoDiferenças regionais explicadas pelo DNA

A descoberta das três linhagens ajuda a explicar variações genéticas regionais no Japão:


● Okinawa (Ryūkyū) apresenta maior herança Jōmon

● Hokkaido e povos Ainu mantêm traços genéticos antigos

● Honshu, Kansai e Kanto mostram forte influência Yayoi e KofunEssas diferenças refletem como cada região foi impactada de forma desigual pelas ondas migratórias.


O que essa descoberta muda na história japonesa?

A confirmação das três linhagens ancestrais reforça a ideia de que o Japão nunca foi geneticamente homogêneo. Pelo contrário, sua identidade foi construída por encontros sucessivos entre povos, tecnologias e culturas.


Essa nova visão:


● Reescreve a pré-história japonesa

● Aprofunda a compreensão da diversidade cultural do país

● Conecta o Japão de forma mais complexa ao continente asiático


Um Japão moldado por encontros, não por isolamento

Embora o Japão seja frequentemente visto como uma civilização isolada, o DNA conta outra história: o arquipélago sempre esteve conectado ao mundo, recebendo pessoas, ideias e influências ao longo dos milênios.


O estudo genético das três linhagens ancestrais mostra que a identidade japonesa é o resultado de adaptação, fusão e continuidade, um processo tão dinâmico quanto a própria história do país.




Autor: Silvia Kawanami

ORAÇÃO PODEROSA PARA RECEBER UM MILAGRE

  ORAÇÃO PODEROSA PARA RECEBER UM MILAGRE Ó DEUS MILAGROSO, QUANDO LEMBRO DOS TEUS FEITOS, NASCE UMA FÉ EM MEU INTERIOR, POIS SEI QUE ÉS UM ...